Papel de besta

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Marco Wense

“Sua resistência foi fundamental para evitar uma fratura no equilíbrio dos poderes e no sistema republicano. Foi bom para a democracia”.

Quem fez esse elogio ao presidente Michel Temer? Letra A – senador Romero Jucá. Letra B – Moreira Franco. Letra C – Rodrigo Maia. Letra D – Eunício Oliveira. Letra E – nenhuma das alternativas.

A resposta é a opção E. Quem enalteceu Temer foi o petista Fernando Pimentel, governador de Minas e considerado como uma das estrelas mais cintilantes do petismo.

Pois é. Enquanto a militância fica dizendo que Dilma Rousseff sofreu um duro golpe, os cardeais do PT, aí incluindo o próprio Lula, ficam de tititi com os “golpistas”.

Lula, por exemplo, já conversa com Renan Calheiros e toda turma do PMDB que protagonizou o impeachment. E faz tudo sem nenhum constrangimento.

A Dilma também já esqueceu esse discurso de golpe. Só toca no assunto quando é questionada pela imprensa. Agora é buscar aliança e esquecer o tal do “golpe”.

Confesso que quando vejo um militante do PT esbravejando e dizendo horrores dos “golpistas”, só vem um sentimento: o de pena.

“Foi bom para a democracia”, diz Pimentel sobre a resistência de Temer em relação as duas denúncias da Procuradoria Geral da República e sua permanência no Palácio do Planalto.

Que coisa, hein! Só falta agora a militância retornar às ruas e ressuscitar o “Fora Temer”. A sabedoria popular diria que os militantes estariam fazendo “papel de besta”.

PS – O encontro entre Pimentel e Temer aconteceu na noite de segunda-feira (11), no aconchego do presidente. Durou um bom tempo. Os elogios foram recíprocos e intensos. Pareciam dois companheiros de velhos tempos.

PT de Itabuna: Cúpula contra a base?

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Marcos Anjos

É notório o desânimo e abatimento da militância, dos quadros médios e de simpatizantes do Partido dos Trabalhadores em Itabuna com a situação sui generis de aproximação e sustentação petista ao governo municipal do atual prefeito Fernando Gomes (ex-DEM e sem partido).

A aguerrida e combativa militância petista de Itabuna foi forjada na política local, em oposição ao estilo, alianças e práticas das gestões anteriores do prefeito F. Gomes. A combatividade e irreverência eram as marcas nas campanhas que levaram o PT e o ex-prefeito Geraldo Simões a governar a cidade por duas vezes.

Pelo histórico municipal podia-se esperar do PC do B, não do PT, uma aproximação e convivência harmônica com o político Fernando Gomes e seus seguidores. Mas, foi à militância petista local quem teve que engolir a deliberação da cúpula estadual do partido, sobre a definição de apoio.

A sustentação dada pelo governo Rui Costa ao prefeito Fernando Gomes é vista por alguns como uma imposição difícil de ser aceita, gerou resignação e descontentamento entre a maioria dos petistas na cidade.

O silencioso constrangimento dos petistas itabunenses pode resultar em desmotivação, às vésperas de importante disputa para possível renovação do quarto mandato consecutivo do PT no governo estadual.

O ineditismo da situação não tirou só o sorriso do rosto dos petistas locais, mas também o tradicional discurso de oposição das suas lideranças, agora quase silenciadas sobre os questionamentos referentes à atual gestão municipal.

Parece que a intenção do governador Rui Costa, ao dar sustentação à gestão municipal do prefeito Fernando Gomes, foi segurar mais um aliado tirando-o do arco de influência e reaproximação ao provável candidato do DEM ao governo do estado em 2018, ACM Neto.

Mesmo que a estratégia seja eleitoralmente racional, ignorar o sentimento dos petistas no município pode trazer outras complicações internas, desmotivação e até esvaziamento da militância.

Manchetes desta quarta

O Busílis

1. Impressos (Quarta, 13 de dezembro de 2017)

1.-“Julgamento de Lula em janeiro antecipa quadro eleitoral” (Jornal O Globo)

2.-“TRF-4 marca julgamento de recurso de Lula para janeiro” (Jornal Estadão)

3.-“Acordo libera em 2018 até R$ 5 bilhões a poupadores” (Jornal Folha de São Paulo)

4.-“Oi apresenta novo plano com o apoio de credores” (Jornal Valor Econômico)

5.-“24 de janeiro, o dia D para Lula” (Jornal Tribuna da Bahia)

6.–“Acordo para indenizar poupadores é fechado” (Jornal A Tarde)

7.-“PF ataca coração financeiro de facção baiana” (Jornal Correio da Bahia)

8.-“Acordo garante R$ 12 bi a 2,5 milhões de pessoas” (Jornal Correio Braziliense)

9.–“Julgamento de Lula é marcado para janeiro” (Jornal O Tempo – Belo Horizonte)

10.–“Papai Noel magro” (Jornal O Estado de Minas)

11.–“ ” (Jornal Zero Hora)

12.–“Poupadores vão receber até R$ 5 mil à vista”(Jornal do Comercio – PE)

13.–“Bolsa Família sustenta um milhão de lares no CE; Estado é o 5º do País em número de beneficiários”(Jornal Diário do Nordeste – CE)

Renato, PSB e a eleição de 2018

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Marco Wense

O PSB de Itabuna, sob o comando do médico Renato Costa, fará novas filiações, nesta quinta-feira (14), às 19 horas, na Câmara de Vereadores.

Além do empresário Rafael Moreira, pretenso candidato a deputado estadual, vão se filiar Moacir Smith Lima e os advogados Jurema Cintra e Elson Duarte Filho.

Espera-se uma definição do vereador Aldenes Meira, que é também postulante a uma vaga na Assembleia Legislativa. O comunista se encontra em rota de colisão com o PCdoB.

Em entrevista ao Diário Bahia, Renato Costa mandou um incisivo recado para os novos socialistas: “O PSB não é uma sigla, tem uma história de 70 anos, com coerência, sem máculas e debate sempre aberto”.

Ao ser questionado mais especificamente sobre Moreira, Renato disse: “Só espero que ele siga as diretrizes políticas e regimentais do partido”. Finaliza dizendo que uma das exigências é apoiar candidatos “do mesmo campo”.

As declarações de Renato passam a impressão de que existe um certo receio de que Moreira não siga as determinações do PSB em relação ao processo eleitoral de 2018.

Esse “só espero” soa como uma desconfiança, como uma prévia advertência, como se Moreira possa tomar outro rumo que não seja o da legenda.

Outro detalhe que deixou dúvidas, foi o que Renato Costa quis dizer sobre “apoiar candidatos do mesmo campo”. Que campo? O ideológico ou do governismo da base aliada do governo Rui Costa?

Se for do campo governista, Renato então está liberando Rafael para apoiar um candidato a deputado federal de outra legenda, como, por exemplo, Josias Gomes (PT).

Renato Costa tem que deixar bem claro se o neo-socialista pode fazer campanha em Itabuna para candidato que seja de outro partido em detrimento de um do postulante do PSB.

Mais cedo ou mais tarde, o PSB de Itabuna vai ter que tomar uma posição em relação a Fernando Gomes, se apoia ou não sua administração. É bom lembrar que Rafael Moreira é um defensor ferrenho do governo municipal.

Outra bogagem, que cheira a um puxa-saquismo nojento, digno dos fracos, é dizer que Rafael Moreira “articulou a aproximação entre o prefeito Fernando Gomes e o governador Rui Costa (PT)”.

A candidatura de Rafael Moreira é bem-vinda, pelo menos é um nome novo nessa mesmice de empoeiradas candidaturas. Mas é bom ir com calma, sob pena de sua legítima e democrática postulação ser enterrada prematuramente.

Sobre o “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, no sentido de manter a ordem e não deixar o PSB sair da linha, Renato Costa foi novamente contundente: “Quem não cumprir na íntegra as diretrizes, será convidado a sair”.

Como a palavra “novo” está na moda – é novo partido, nova política, novo jeito de governar, etc –, o que se espera é que o novo PSB de Itabuna não seja mais uma jogada de marketing eleitoral.

Implacável e obsessiva perseguição

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Marco Wense

O PT mais próximo do governador Rui Costa, tendo na linha de frente Josias Gomes e Everaldo Anunciação, continua na missão de definhar politicamente Geraldo Simões.

Essa perseguição já faz um bom tempo. Diria que começou quando Rui Costa se elegeu governador e colocou Gomes como secretário de Relações Institucionais.

Gomes se juntou com Anunciação, presidente estadual do PT, e deu no que deu: Geraldo Simões perdendo cada vez mais espaço no governo.

A última maldade da dupla Gomes e Anunciação, entre muitas outras, foi a exoneração de uma cunhada de Geraldo do Núcleo de Educação.

Como não bastasse, colocaram no cargo Eduardo Ninão, um ex-geraldista de carteirinha, hoje aliado de primeira hora de Josias e antigeraldo declarado.

Toda vez que ocorre uma “caçada” ao ex-prefeito de Itabuna, que já virou uma obsessão, vem à tona à possibilidade de Simões deixar o PT.

A desfiliação do ex-alcaide é o sonho cotidiano da dupla Gomes e Anunciação. Geraldo vai permanecer no PT por dois motivos: Lula e Jaques Wagner. Suas duas vigas.

Fica evidente que toda essa implacável perseguição contra Geraldo Simões tem, no mínimo, a complacência do governador Rui Costa.

Gomes e Anunciação não iriam dar seguimento a destruição política de Geraldo sem o conhecimento e o aval do chefe do Palácio de Ondina.

A ausência de Geraldo no primeiro encontro do PT em Itabuna, para discutir a eleição de 2018, é a prova inconteste da sua justa insatisfação.

Se fosse no tempo que Geraldo Simões dava as cartas no PT, a sabedoria popular diria que a briga era entre “cachorros grandes”. Agora é uma covardia: dois contra um.

O PSDB e o governo Temer

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Marco Wense

Não tem outro caminho para o PSDB que não seja de uma aliança com o governo Michel Temer e, por consequência, com o PMDB.

Se o tucanato tomar outra posição, corre o risco de ficar isolado na sucessão presidencial e com um tempo pequeno no horário eleitoral.

Se aproximando do governismo, o PSDB mantém viva a esperança de partidos como o PR, PP, PRB, PTB e o PSD apoiarem a candidatura de Geraldo Alckmin.

O DEM é uma incógnita, já que não pretende ser novamente coadjuvante no processo sucessório presidencial. Rodrigo Maia e ACM Neto são os nomes da legenda para uma eventual disputa.

Em relação ao prefeito de Salvador – também cotado para ser vice de Alckmin –, a possiblidade de aceitar uma candidatura ao Palácio do Planalto é remotíssima, quase que não existe.

Aliás, Neto está mais para uma disputa pelo Palácio de Ondina, enfrentado o petista Rui Costa (reeleição), do que para qualquer outro pleito. Se a eleição fosse hoje, enfrentaria o governador.

O presidente já avisou que só vai apoiar uma candidatura que defenda seu governo, o que pressupõe a defesa das reformas, mais especificamente a previdenciária.

Mas nem tudo são flores. Ou seja, se tem a perspectiva de uma boa coligação, dando um precioso tempo na telinha eletrônica, tem do outro lado a gigantesca impopularidade de Temer.

Se a aliança do PSDB com o governo Temer for concretizada, o bom desempenho de Alckmin fica condicionado a uma melhora na economia com uma diminuição significativa no índice de desemprego.

O PSDB, portanto, não tem outro rumo, só o da aproximação com o governo Temer, a não ser que esteja só pensando na sucessão de 2022

Ser ou não ser prefeito

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Marcos Vinícius Anjos

O prefeito de São Paulo João Dória, grande promessa do PSDB para enterrar de vez o PT na capital paulista, começou a despencar feio nos índices de aprovação.

Após alguns meses de ações midiáticas, Dória parece desestimulado com a prefeitura, seu comportamento demonstra o desejo de ser qualquer coisa, presidente da república, governador de São Paulo ou mesmo apresentador de televisão, menos prefeito da capital paulista.

Dória achou que poderia imitar o estilo do ex-prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, mas, além de faltar criatividade e iniciativa, o seu protótipo de gerentão hollywoodiano ainda não saio da ficção.

O PSDB está preocupado, pois, ao contrário do que se esperava, sua passagem pela prefeitura pode acabar ressuscitando o PT e Fernando Haddad.

Lula, o PT e o dinheiro de Kadafi

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Marcos Vinícius Anjos

“Quero dizer ao presidente Kadafi que, ao longo de toda essa trajetória política, assumi muitos compromissos políticos. Fizemos alguns adversários e muitos amigos. Hoje, como presidente da República do Brasil, jamais esqueci os amigos que eram meus amigos quando eu ainda não era presidente da República”. 

De Lula em dezembro de 2003, durante viagem a Líbia, na cidade de Trípoli.

Na época toda a imprensa se questionou quais eram os laços de amizade que existiam entre Lula e Kadafi, agora Palocci esclareceu o fato.

Hoje é possível encontrar sentido na fala de Lula, segundo Antônio Palocci (PT) (ex-ministro de Lula e Dilma), o bilionário ex-ditador líbio, Muamar Kadafi, teria enviado secretamente ao Brasil um milhão de dólares para financiar a campanha do PT e do ex-presidente Lula em 2002.

Kadafi foi morto em outubro de 2011 por linchamento público, no auge da primavera árabe, após governar a Líbia com mão de ferro durante 42 anos. Ficou conhecido por suas muitas atrocidades, Kadafi era tido como um assassino compulsivo, violento e viciado em drogas.

Coxinhas, mortadelas e kibinhos

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Marco Wense

Nas suas andanças pelo país, o ex-presidente Lula vem fazendo três coisas que mais gosta de fazer: criticar a Lava Jato, falar do governo Temer e atacar as reformas.

A megaoperação condenou o petista, que se acha perseguido pelo juiz Sérgio Moro, que se defende dizendo seguir o que está na lei.

Em relação ao governo do peemedebista-mor, nada melhor do que falar cobras e lagartos de um presidente moribundo e com uma impopularidade gigantesca.

Quanto as reformas, é uma maneira de se aproximar ainda mais dos trabalhadores, dos seus respectivos sindicatos e dos partidos definidos como de esquerda.

Na sua última caravana de 2017, pelos Estados do Espírito Santo e Rio, Lula disse que Michel Temer “inventou a doença da corrupção para anestesiar o povo”.

Se o presidenciável Lula dissesse que a corrupção aumentou no governo Temer, aí tudo bem. Mas que ele “inventou” a doença da corrupção é demais da conta.

A corrupção não tem patente. Vem de priscas eras, como diria o saudoso e polêmico jornalista Eduardo Anunciação. Lula esquece do mensalão, petrolão e outros escândalos da era PT.

Como não tem um aparelho para medir a corrupção, cujo nome seria “corruptômetro”, fica esse duelo entre coxinhas (PSDB), mortadelas (PT) e kibinhos (PMDB).

O pré-candidato do PDT ao Palácio do Planalto, Ciro Gomes, tem razão quando diz que o Brasil não merece essa briguinha entre esses três grupos políticos.

Fux e a Lei da Ficha Limpa

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Marco Wense

A eleição do ministro Luiz Fux para presidir o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta quinta-feira (7), não agradou aos políticos enquadrados na Lei da Ficha Limpa.

Lux substitui Gilmar Mendes no comando da Corte. É um defensor fervoroso da LFL, que é voltada para a vida pregressa do candidato.

Tem uma posição firme de que quem é condenado pelo colegiado de um tribunal, como o TCU, por exemplo, não pode continuar exercendo cargo público.

Em relação a decisão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro de soltar os deputados, Fux disse que foi “vulgar” e “promíscua”, que certamente será analisada pelo STF.

Pois é. Quem tem pendência no TSE, principalmente no tocante à cassação de mandato, deve colocar as barbas de molho.

Luiz Fux foi o ministro-relator da Lei Complementar 135/2010, a Lei da Ficha Limpa, dando parecer favorável à constitucionalidade da norma.

A preocupação dos que temem um TSE sob a batuta de Fux faz sentido.

PS – Luiz Fux substituirá o atual presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, no início de fevereiro do próximo ano, obviamente 2018.

O filme se repete

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Marco Wense

Quem apostou que a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna era mais uma promessa em período pré-eleitoral, como aconteceu outras vezes, pode ganhar.

A Secretaria do Tesouro Nacional (STN), órgão do Ministério da Fazenda, acaba de informar que a Bahia está entre os 12 estados impedidos de receber garantias da União para contrair novos empréstimos.

Existem quatro tipos de classificações: A, B, C e D. Somente as duas primeiras garantem operações de crédito com o aval da União.

A Bahia tem nota C desde 2014. Ou seja, está impedida de fazer empréstimos em decorrência de níveis baixos de investimentos, conforme avaliação da STN.

Portanto, a tão sonhada duplicação da BR 415 é novamente um pesadelo. O filme se repete e os protagonistas são os mesmos: os senhores políticos.

Lula, PT e as alianças

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Marco Wense

Todos os presidenciáveis têm o seu eleitorado cativo, aquele que vota independente de qualquer coisa que possa surgir contra o candidato.

O de Lula, no entanto, é o que mais impressiona. Parece que as notícias negativas sobre o petista, por mais graves que sejam, só fazem aumentar essa, digamos, paixão desenfreada.

Nos bastidores, os oposicionistas já admitem que Lula não será abatido por acusações, mesmo robustecidas de contundentes provas.

A conversa agora gira em torno da inelegibilidade, do julgamento no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) como o único meio de evitar a vitória de Lula nas urnas.

O lulismo, principalmente na região nordeste, responsável direto por colocar o petista na frente nas pesquisas de intenção de votos, continua inabalável.

Outro ponto interessante é que a grande maioria do eleitorado de Lula não se importa com as alianças que ele vem fazendo visando o terceiro mandato presidencial.

A prova inquestionável dessa indiferença com os acordos de Lula é sua reaproximação com o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que responde a 12 investigações no Supremo Tribunal Federal – STF.

Renan Calheiros é o exemplo-mor. Se dependesse de Lula, o PT não faria nenhuma restrição ao PMDB. É bom lembrar que o parlamentar foi peça indispensável no impeachment de Dilma Rousseff.

A militância do Partido dos Trabalhadores não é mais exigente, se rendeu ao pragmatismo e ao vale-tudo para chegar ao poder.