Hoje na impresa

O Busílis

1.-“Delação da JBS é validada, e Temer deve ser denunciado” (Jornal O Globo)

2.-“Fachin dá cinco dias para Janot apresentar denúncia contra Temer” (Jornal Estadão)

3.-“STF valida delação da JBS e Fachin como relator” (Jornal Folha de São Paulo)

4.-“Ilan diz que BC ‘quebrou a espinha dorsal’ da inflação” (Jornal Valor Econômico)

5.-“Brasileiro adora uma promoção” (Jornal Tribuna da Bahia)

6.–“Maioria do STF confirma Fachin como relator do caso JBS” (Jornal A Tarde)

7.-“Roubo de veículos aumenta em Salvador e RMS” (Jornal Correio da Bahia)

8.–“Ministro do STF abre novo inquérito contra Aécio Neves por lavagem de dinheiro” (Jornal do Brasil online)

9.-“Janot encaminhará, na semana que vem, denúncia contra Temer” (Jornal Correio Braziliense)

10.–“‘Ação prende 15 policiais rodoviários por propina” (Jornal O Tempo – Belo Horizonte)

11.–“Janot tem prazo de cinco para denunciar Temer” (Jornal O Estado de Minas)

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Negócio jurídico e crime perfeito

Imagem: Pesquisa Google Imagens

Marcos Vinícius Anjos

Está sendo julgado no STF, a validade do acordo de delação dos executivos da JBS e a permanência de Edson Fachin na relatoria da Lava Jato.

A depender do resultado do julgamento, o  Brasil pode estar prestes a criar a fórmula ideal para o “crime perfeito”:

(1) corromper agentes públicos com recursos não contabilizados para campanhas eleitorais e enriquecimento ilícito, visando favores e benesses no Estado;

(2) sonegar impostos sistematicamente;

(3) comprar decisões de órgãos fiscalizadores e até de tribunais;

(4) obter crédito facilitado por corrupção em bancos públicos e fundos de pensão, e depois;

(5) delatar à justiça todos os colaboradores comprados e aliciados por anos de corrupção, em troca de imunidade penal, pode ser a receita certa para o “crime perfeito” no Brasil.

Hoje, o STF está decidindo se o crime compensa ou não no Brasil. Se os que compram pessoas e pagam advogados caros e famosos, conceituados e queridos pelos julgadores, podem cometer crimes e receber imunidade penal.

Os Irmãos Batista, donos dos grupos J&F e JBS, passaram anos assaltando o Estado e os fundos de pensão, confessaram 245 crimes, delataram seus comandados e receberam com prêmio a imunidade penal e o direito a usufruir dos seus delitos.

A urgência e as concessões do acordo entre os réus confessos, a PGR e o STF tem chamado a atenção da sociedade e colocado sob suspeição à conduta adotada como os executivos da JBS.

Opinião

Estamos decidindo se o crime compensa ou não para os mais ricos no Brasil.

Na dúvida sobre o “negócio jurídico feito com os executivos da JBS”, fico com a Constituição, com o Estado de Direito e o que me parece justo e correto, os criminosos sejam eles quais forem, devem pagar pelos seus crimes. Não poderemos ter a justiça dos pobres e a justiça dos ricos.

Não pode haver, em uma sociedade democrática, indivíduo ou autoridade capaz de conceder imunidade penal a quem quer que seja.

É imoral, indecente, injusto e desonesto manter a validade dos acordos de delação dos executivos da JBS, nos termos que foram concedidos pelo ministro Edson Fachin do STF e Rodrigo Janot da PGR.

STF – Validade da delação da JBS – Julgamento suspenso em 22/06

Julgamento da validade do acordo de delação dos executivos da JBS e decisão sobre a relatoria da Lava Jato.

Até o momento por sete votos a zero, a maioria dos ministros do STF votou por manter a validade das delações da JBS e o ministro Edson Fachin como relator do acordo de colaboração premiada. os ministros ainda podem mudar o voto até o final do julgamento.

Acidente com ônibus da Águia Branca

Grave acidente envolvendo uma carreta, um ônibus da viação Águia Branca que seguia de São Paulo para Vitória e duas ambulâncias interditam totalmente a BR-101, em Guarapari – ES, desde as 6:00hs desta manhã.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, há muitas vítimas, mas ainda não é possível saber o número total de mortos, pois, várias pessoas morreram carbonizadas. (11 corpos já foram retirados dos destroços).

No acidente, uma carreta que transportava rochas invadiu a contramão e atingiu o ônibus da Água Branca.

Duas ambulâncias também se envolveram na batida. Com o impacto todos os veículos pegaram fogo (veja o vídeo)

Limbo jurídico no STF

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Marcos Vinícius dos Anjos

“[…] Adotar procedimentos avulsos nos processos, mesmo que seja para atender a opinião pública, representa um risco à desmoralização dos tribunais”.

Após intensa discussão no STF, o plenário decidiu por mandar para prisão domiciliar a irmã de Aécio Neves e do seu primo Frederico Pacheco, além do assessor do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), Mendherson Souza lima, que estavam presos preventivamente desde o mês de maio. A prisão foi substituída por medidas cautelares.

A decisão expõe o limbo jurídico que o STF vive hoje. A menos de uma semana a prisão preventiva da Andrea Neves foi mantida sob os mesmos argumentos.

Parece que os ministros têm muitas dúvidas sobre o conteúdo do Artigo 312 do Código de Processo Penal – CPP. Na prática, as últimas prisões preventivas de empresários, políticos e pessoas próximas, sob a responsabilidade do STF, refletiram procedimentos individuais, alheios ao risco de continuidade delitiva, de crime contra a ordem econômica, de obstrução de justiça ou da possibilidade de fuga (requisitos claros no art. 312 do CPP).

È necessário que se faça justiça e se puna os transgressores sem se cometer excessos ou criar insegurança jurídica no país.  O STF é o guardião da Constituição e do cumprimento das Leis. Adotar procedimentos avulsos nos processos, mesmo que seja para atender a opinião pública, representa um risco à desmoralização dos tribunais.

Esses excessos ficaram claros no caso da Andrea Neves. Ela é acusada de corrupção passiva sem nem mesmo ser funcionária pública. Sua prisão preventiva não foi amparada do art. 312 do CPP, estava funcionando como uma espécie pressão psicológica ao senador Aécio.

Na mesma seção do STF, foi adiada a decisão sobre a prisão de Aécio, depois de requerimento da sua defesa para que o pleno do Supremo analise o pedido da PGR, por seu encarceramento preventivo.

Hoje na imprensa

O Busílis

1.-“STF indica que manterá regra sobre delação” (Jornal O Globo)

2.-“STF indica que confirmará delação de Joesley Batista” (Jornal Estadão)

3.-“Justiça barra plano de venda de ativos da JBS” (Jornal Folha de São Paulo)

4.-“Braskem investirá R$ 2,2 bi em sua 6ª fábrica nos EUA” (Jornal Valor Econômico)

5.-“Rui e Neto antecipam salário de servidores” (Jornal Tribuna da Bahia)

6.–“AGU pede bloqueio de bens de Joesley Batista e da JBS” (Jornal A Tarde)

7.-“ ” (Jornal Correio da Bahia)

8.–“Dois ministros do Supremo votam contra revisão de delações da JBS” (Jornal do Brasil online)

9.-“STF sinaliza que, no fim, pode rever acordo de Joesley” (Jornal Correio Braziliense)

10.–“‘Andrea Neves deixa penitenciária com tornozeleira eletrônica” (Jornal O Tempo – Belo Horizonte)

11.–“Violência em queda” (Jornal O Estado de Minas)

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É amanhã, JBS!

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Marcos Vinícius Anjos

Hoje é a vez de Aécio

O colega Marco Wense aqui do Busílis, lembrou em postagem anterior, o julgamento das ações referentes ao senador afastado, Aécio Neves, exclamando certo tom revanchista. (É hoje, Aécio).

Na pauta do STF, a defesa do tucano pede o retorno às atividades parlamentares e a PGR a sua prisão preventiva.

O STF discutirá a eficácia do Art. 312 do Código de Processo Penal, que estabelece claramente a supressão da liberdade preventiva apenas nos seguintes casos: (1) risco à ordem pública (continuidade delitiva), (2) risco à ordem econômica (crimes contra a economia), (3) ameaça à instrução criminal (destruição de prova ou intimidação de testemunhas) e, (4) ameaça ao descumprimento da lei penal (possibilidade de fuga).

Além das delinquências de Aécio, estará sendo julgado se a prisão preventiva pode ser utilizada como mecanismo para forçar a delação premiada, prática recorrente na força tarefa da Lava Jato.

Prender Aécio legitimará métodos não muito “legais” e não prender enfraquecerá a Lava jato.

Amanhã (21/06) será a vez dos delatores da JBS no STF

Ocorrerá o julgado do pedido de revisão das delações dos executivos da JBS.

O STF decidirá se o acordo de delação dos executivos da JBS será revisto ou não.

Após o estranho tratamento dispensado aos criminosos confessos da JBS, agraciados vergonhosamente com imunidade penal, plena liberdade e multa irrisória para os mais de 250 crimes relatados, a sociedade passou a exigir novo posicionamento da justiça. A indignação tomou conta do país.

A possibilidade de revisão do acordo é decisiva para o futuro de Temer e da própria Lava Jato. Na discussão, os ministros devem avaliar se o conteúdo das declarações pode ser revisto e se as concessões foram excessivas.

Caso a homologação, generosamente concedida pelo ministro Fachin, seja desfeita, a delação perderá sua validade comprometendo a denúncia feita pela PGR contra Temer.

Apesar da imprevisibilidade no STF, há a possibilidade de condicionar a validade da delação ao cumprimento de novas exigências.  Os irmãos Batista, além de entregar mais provas, não poderiam incorrer em nenhuma falta ou crime.

Mais importante do que decidir se Aécio será proso ou não, é decidir se os crimes praticados pelos donos da JBS compensaram ou não.

Se o roubo sistêmico do Estado, se os assaltos ao BNDES, aos fundos de pensão e a sonegação de impostos avalizada pela corrupção ativa, entre outros crimes dos irmãos Batista, vão continuar impunes ou não.

Independente de ser preso, Aécio já perdeu tudo.

Caro Wense “É amanhã, JBS! “.

Hoje na imprensa

O Busílis

1.-“Para PF, houve corrupção no caso Temer e Loures” (Jornal O Globo)

2.-“Polícia Federal vê indícios de corrupção passiva de Temer” (Jornal Estadão)

3.-“PF conclui que houve corrupção no caso de Temer” (Jornal Folha de São Paulo)

4.-“Supremo decide amanhã validade da delação da JBS” (Jornal Valor Econômico)

5.-“Encontros entre Lula e Joesley eram frequentes, diz Cunha” (Jornal Tribuna da Bahia)

6.–“Temer processa joesley e segue para viagem ao exterior” (Jornal A Tarde)

7.-“Supremo julga pedido de prisão preventiva contra o senador Aécio Neves” (Jornal Correio da Bahia)

8.–“PF aponta crime de corrupção passiva em caso de Michel Temer e Rocha Loures” (Jornal do Brasil online)

9.-“Randolfe Rodrigues: “Barbosa é um quadro de que a política precisa”” (Jornal Correio Braziliense)

10.–“‘Primeira Turma do STF decide nesta terça se manda prender Aécio” (Jornal O Tempo – Belo Horizonte)

11.–“Vítimas do descaso” (Jornal O Estado de Minas)

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É hoje, Aécio!

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Marco Wense

A primeira turma do STF vai decidir hoje (20) sobre duas questões que podem implicar em um desastroso fim de carreira do ex-presidenciável Aécio Neves (PSDB-MG).

Os ministros vão analisar um recurso da defesa para que o tucano permaneça como senador e um novo pedido de prisão apresentado pela Procuradoria-Geral da República.

Dos chamados “peixes graúdos”, investigados no âmbito da Operação Lava Jato, entre eles o ex-presidente Lula e o atual Michel Temer, Aécio é o que vive o maior inferno astral.

Temer é o presidente da República, não é um político comum. Lula tem a força do apoio popular conforme apontam recentes pesquisas eleitorais.

É bom lembrar que Andreia Neves, irmã de Aécio e neta do já falecido Tancredo Neves, continua presa. Uma possível delação do primo, também prisioneiro, não está descartada.

A favor do ex-dirigente-mor do tucanato, como uma espécie de tábua de salvação, o impregnado e histórico corporativismo da Casa Legislativa.

É dada como favas contadas que o plenário do Senado vai rejeitar qualquer decisão da Alta Corte desfavorável ao parlamentar mineiro.

O faisão e a galinha

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Marco Wense

“O ladrão de faisão deve ter o mesmo tratamento daquele que rouba uma galinha. É assim que deve caminhar a humanidade e, principalmente, a Justiça”.

O advogado de Aécio Neves, Alberto Zacharias Toron, pediu ao STF que adie o julgamento do novo pedido de prisão feito pelo procurador-geral Rodrigo Janot.

Requereu também que o caso seja submetido ao plenário da Corte e não à Primeira Turma da instância máxima do Poder Judiciário.

Tudo normal e no direito da defesa de fazer o que acha melhor para o seu cliente, usando de todos os meios jurídicos cabíveis.

O defensor do tucano diz que “prender um parlamentar é uma questão polêmica e relevante constitucionalmente, devido à imunidade parlamentar e ao debate sobre a interferência de um Poder em outro”.

Quando é então que um parlamentar pode ser preso? Relevante é o que preceitua a Carta Magna, “que todos são iguais perante a lei”.

Ora, o manto da imunidade parlamentar e a discussão sobre a ingerência de um Poder em outro não podem servir de proteção para os chamados “homens públicos”.

O ladrão de faisão deve ter o mesmo tratamento daquele que rouba uma galinha. É assim que deve caminhar a humanidade e, principalmente, a Justiça.

PS – O ministro Marco Aurélio Mello rejeitou o pedido do advogado de Aécio Neves. O julgamento da prisão do ex-presidenciável será feito pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

Antes de assistir ao jornal, preste atenção nos seus anunciantes

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Marcos Vinícius Anjos

“A Rede Globo já julgou e resolveu, por conveniência do mercado publicitário, absorver o chefe e condenar só os lacaios (o peixe grande ficou livre por entregar os pequenos)”.

Joesley Batista é responsável direto pela maior carteira de anunciantes do Brasil, atualmente concentrada na Rede Globo, composta pela Seara, Doriana, Vigor, Itambé, Havaianas, Minuano, Banco Original, Friboi entre outras marcas famosas de propriedade dos grupos J&F e JBS.

Comandando patrocinadores e anunciadores exclusivos nos espaços comerciais das “organizações Globo”, o magnata Joesley usa seu poder econômico para inflamar a crise política e salvar suas empresas, nem que para isso tenha de destruir o Brasil.

Observando a programação jornalística das “organizações Globo” torna-se difícil não perceber o espaço desigual concedido às versões do “criminoso” Joesley Batista. Há um grande empenho na edição para transformá-lo de “criminoso” em super-herói da podridão política brasileira.

Já faz mais de um mês que a Rede Globo fez do dono da JBS seu maior protagonista, ocupando grande parte de sua programação jornalística com a fala e as imagens de Joesley Batista, em flagrante apelo desigual e jornalismo desleal. Tentando dar tom de verdade absoluta as delações dos donos e diretores da JBS, cujas provas sequer já foram completamente apuradas.

Como um “cão de guarda raivoso”, a Rede Globo exacerba na narrativa e na tentativa de impor a versão de Joesley Batista como definitiva. Ao que parece, o “criminoso confesso” precisa fazer muito barulho para legitimar suas acusações e obter a dimensão que justifique a anistia dos seus crimes, já concedida pela justiça.

A Rede Globo já julgou e resolveu, por conveniência do mercado publicitário, absorver o chefe e condenar só os lacaios (o peixe grande ficou livre por entregar os pequenos).

O “criminoso confesso” e super-herói da Rede Globo, cujo poder é enlamear a política nacional, primeiro com propinas e depois com delações, está pouco se importando com o país. Hoje, só 20% do seu império estão no Brasil e podem tranquilamente se tornar moeda podre para o BNDES, que detém 21% de participação acionária nas empresas do Joesley Batista.

De quem é o quarto poder no Brasil?

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Marcos Vinícius Anjos

“Diferente do que ocorreu com a Odebrecht, o chefão suprapartidário corrompeu, roubou o Estado, delatou seus comandados e conseguiu ficar impune com o produto do crime”.

Na última cartada das “organizações Globo” para preservar seus maiores anunciantes, o magnata que fez fortuna sonegando impostos, corrompendo agentes públicos e lesando o BNDES, Joesley Batista (dono dos Grupos JBS e J&F), soltou o verbo em uma entrevista concedida à revista Época, publicada no dia 16/06. (veja os principais trechos na nossa seção de entrevistas).

Na entrevista, o mega empresário Joesley, tenta reeditar fatos e reafirmar versões contraditórias sobre a relação espúria que se acostumou a manter com políticos corruptos, elegendo alvos para despejar toda a sujeira do sistema eleitoral brasileiro, financiado pela própria JBS.

O magnata também tenta passar impune por suas delinquências perante opinião pública, já que na justiça foi agraciado com um inédito superprêmio por sua delação, obtendo isenção para todos os maus feitos, plena liberdade e multa irrisória, apesar da “continuidade delitiva” com recentes crimes contra o sistema financeiro.

Joesley conseguiu, ao relatar crimes, o direito a usufruir livremente dos seus ilícitos e mandar para o cadafalso somente aqueles a quem corrompeu para obter vantagens.

Diferente do que ocorreu com a Odebrecht, o chefão suprapartidário corrompeu, roubou o Estado, delatou seus comandados e conseguiu ficar impune com o produto do crime.

O “criminoso confesso” esforça-se para derrubar o Presidente da República e reviver seus bons tempos de assaltos ao BNDES, aos fundos de pensão e dos acordos fraudulentos de sonegação de impostos no CARF (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), conquistados comprando agentes públicos corruptos.

Para salvar JBS e suas empresas, Joesley Batista precisa condenar a política que corrompeu por anos, obtendo vantagens.

Hoje na imprensa

O Busílis

1.-“Pacote de bondades de Temer prevê R$ 2 bi para o Rio” (Jornal O Globo)

2.-“Avanço das reformas é o que interessa, afirma BC” (Jornal Estadão)

3.-“Limite de gasto acirra campanha eleitoral” (Jornal Folha de São Paulo)

4.-“Janot distinguirá caixa 2 do crime de corrupção” (Jornal Valor Econômico)

5.-“Partidos ignoram acusações na Lava Jato e não investigam filiados” (Jornal Tribuna da Bahia)

6.–“Liberação de vacinas em farmácias gera polêmica” (Jornal A Tarde)

7.-“Michel Temer viaja em semana com Planalto sob tensão” (Jornal Correio da Bahia)

8.–“Gilmar Mendes afirma que Lava Jato “expandiu-se demais, além dos limites”” (Jornal do Brasil online)

9.-“Relator: reforma da Previdência só deve ser votada após denúncia contra Temer” (Jornal Correio Braziliense)

10.–“‘Investigação expandiu-se demais, além dos limites’, diz Gilmar” (Jornal O Tempo – Belo Horizonte)

11.–“Deputados ‘escondem’ votos sobre denúncia contra Temer” (Jornal O Estado de Minas)

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