PSB diz que candidatura de Barbosa já é ‘consenso’

No Estadão de hoje (pg. A4)

Dez dias após filiar-se ao PSB, o ex-presidente do STF Joaquim Barbosa vê sua candidatura ao Planalto ganhar impulso.

A resistência inicial a um projeto eleitoral liderado pelo ex-ministro foi superada internamente, disse ao Estado o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira.

“É um consenso”, afirmou. Segundo pesquisa Datafolha, Barbosa larga com aprovação entre 8 e 10 pontos porcentuais.

Sinopse dos principais jornais do dia aqui.

Morre Paul Singer um dos fundadores do PT

Morreu nessa segunda 16/04/2018, o economista Paul Singer aos 86 anos, em São Paulo.

Imagem: Pesquisa Google Imagens

Texto enviado pelo professor *Rozilton Ribeiro

Nascido na Áustria em 1932, chegou ao Brasil aos 8 anos com a família fugindo do nazismo. Como um dos fundadores do PT em 1980, Singer foi um dos responsáveis pela formulação de um programa de desenvolvimento a partir do fortalecimento do mercado interno via distribuição de renda.

Como acadêmico foi autor de vários livros didáticos e de pesquisa econômica, tornou-se referência na divulgação do pensamento da esquerda não marxista. Foi autodidata no estudo da economia e só em 1956 ingressou na Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas da USP.

Ainda estudante, Singer foi convidado a tomar parte no “Seminário de Marx”, que mais tarde ganharia notoriedade devido às carreiras posteriores dos intelectuais que dele participavam, como o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, a antropóloga Ruth Cardoso e o filósofo José Arthur Giannotti. Na época, considerava-se um marxista.

A atividade político-partidária só teria início com a fundação do PT. Singer foi o responsável pelo programa econômico do candidato Lula ao governo de São Paulo, em 1982, na primeira eleição direta ao cargo, ainda sob a ditadura, que só terminaria em 1985.

Lula perdeu, mas o programa foi inscrito no DNA do partido. Singer defendia a ampliação do mercado interno via inclusão social, o que acabou ocorrendo durante a Presidência de Lula, de quem seu filho, o cientista político André Singer, hoje colunista da Folha de S. Paulo, foi porta-voz.

No plano municipal, como secretário de Planejamento de Luiza Erundina, prefeita de São Paulo a partir de 1989, não conseguiu implementar ideias que dependiam de uma ação do governo federal. Mas nunca desistiu da ideia.

Em 2002, Singer aprofundou a proposta com a publicação do livro “Introdução à Economia Solidária”, obra de militância, editada pela Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT. Defendia como princípios “a propriedade coletiva ou associada do capital e o direito à liberdade individual”.

Pela sua proposta, haveria também “um poder público com a missão de captar parte dos ganhos acima do considerado socialmente necessário para redistribuir essa receita entre os que ganham abaixo do mínimo considerado indispensável”.

No início do governo Lula, assumiu a Secretaria Nacional de Economia Solidária, ligado ao Ministério do Trabalho, onde defenderia a criação de bancos comunitários como instrumento de erradicação da miséria.

Apesar das crises do PT, Paul Singer se manteve ligado ao partido que ajudou a fundar, criticando-o pontualmente à esquerda, como fez em 2015, quando o governo de Dilma Rousseff promoveu um ajuste fiscal que, para ele, afastaria o PT de suas bases sociais.

Professor do Departamento de Administração da UESC, Mestre em Gestão Pública e Especialista em Marketing e Propaganda.

Caixa reduz juros para casa própria

Limite de financiamento de imóveis usados sobe a 70%

Fonte: O Globo de hoje (pg. 15)

Instituição tenta recuperar mercado com primeira queda de taxas desde 2016. Medida deve estimular economia

Visando reconquistar mercado, a Caixa Econômica Federal reduziu juros e aumentou o limite de financiamento de imóveis usados.

Para quem é cliente do banco, a taxa sobre empréstimos com recursos da poupança caiu de 10,25% para 9% ao ano.

Trata-se da primeira redução desde 2016. No crédito para compra de imóveis mais caros, com recursos do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), o percentual passou de 11,25% para 10% ao ano, mas a taxa ainda é maior do que a de concorrentes do setor privado.

O banco também elevou o teto do financiamento de imóveis usados de 50% para 70%. Para analistas, medida deve estimular economia.

Sinopse dos principais jornais do dia aqui.

Pré-candidatos falam sobre a pesquisa Datafolha

Imagem: Pesquisa Google Imagens

Texto enviado pelo professor *Rozilton Ribeiro

Depois da divulgação dos resultados da nova pesquisa Datafolha com cenários para a corrida presidencial de outubro/2018, neste domingo (15/04/2018), os pré-candidatos à Presidência da República comentaram seus desempenhos junto ao eleitorado.

Empatada com o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) na liderança dos cenários eleitorais sem a presença de Lula, a ex-ministra Marina Silva (Rede) diz estar preocupada com o risco de polarização, ela destaca que possui interesse pelo debate e não com embate, numa referência a Bolsonaro.

Sem a presença de Lula Marina varia entre 15% e 16% das intenções de voto; Bolsonaro tem 17%. Alckmin, que varia entre 7% e 8% na pesquisa, declarou que está otimista com o início de sua pré-campanha, mas consideram os cenários ainda incipientes, ele declara que o eleitor começará a definir seu voto a partir de agosto.

O presidente do PDT, Carlos Lupi, diz estar satisfeito com o desempenho de Ciro Gomes. No cenário em que Lula não participaria da disputa, ele conta com 9% das intenções de voto, empatado Alckmin e com o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa (PSB), ele considera que o resultado está dentro do previsto.

Lupi não esconde sua preocupação com a persistência da intenção de votos de Jair Bolsonaro. Joaquim Barbosa, segundo dirigentes do PSB teve um desempenho abaixo do esperado.

Recém-filiado ao PSB, Barbosa oscilou entre 9% e 10% das intenções de voto, sem a presença de Lula, apesar de Barbosa sequer ter anunciado oficialmente sua pré-candidatura.

Para Rodrigo Maia a pesquisa não traz nenhuma surpresa. Para ele, o levantamento só comprova o que o meio político já esperava: a indefinição sobre a disputa presidencial comm a ausência de Lula.

Maia marcou 1% das intenções de voto em todos os cenários testados pela pesquisa. O ex-ministro Henrique Meirelles, virtual candidato do MDB, afirmou que a pesquisa Datafolha veio dentro do esperado.

Na pesquisa ele pontuou com 1% das intenções de votos no melhor dos cenários. A pré-candidata pelo PCdoB Manuela D’Ávila, usou sua conta no Facebook para comemorar o resultado da pesquisa Datafolha que apresentou 3% das intenções de voto e pediu ajuda aos internautas que militam em prol da sua candidatura para avançar na campanha através das redes sociais.

Também pré-candidato à sucessão de Michel Temer, o empresário Flávio Rocha (PRB) acredita que o alto patamar de eleitores que declararam o voto em branco ou nulo na pesquisa Datafolha abre uma lacuna para a expansão de seu projeto de campanha.

A pesquisa Datafolha foi realizada entre quarta 11 e sexta-feira 13, tendo como base 4.194 entrevistas em 227 municípios. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

 Professor do Departamento de Administração da UESC, Mestre em Gestão Pública e Especialista em Marketing e Propaganda.

Bolsonaro em queda

Imagem: Pesquisa Google Imagem

Marco Wense

A pesquisa do instituto Datafolha, divulgada ontem (15), é motivo de preocupação para Jair Bolsonaro, pré-candidato à presidência da República pelo PSL.

Bolsonaristas, pelo menos os mais otimistas, esperavam outro resultado, com Bolsonaro melhor pontuado depois da prisão de Lula.

Com o líder do PT na disputa, Bolsonaro continua na segunda colocação, mas com uma diferença de dobro em relação ao ex-presidente: 30% versus 15%.

Na simulação sem Lula, Bolsonaro assume a dianteira, empatando tecnicamente com Marina Silva (Rede): 17% a 16%. Como a margem de erro é de 2 pontos pontos percentuais, Marina pode até está na frente.

O problema maior, no entanto, diz respeito a um eventual segundo turno. Ou seja, Bolsonaro perde para Marina, Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Joaquim Barbosa (PSB).

Outro fato que ainda vai ser avaliado nas próximas pesquisas, é se a acusação de racismo vai provocar algum estrago na campanha do parlamentar.

É evidente que as acusações de preconceito incomodam – homofóbico, racista, machista, etc –, mas a preocupação maior é com o início dos debates entre os candidatos.

Nos bastidores, em conversas reservadas, no staff do próprio Bolsonaro, a opinião de que o presidenciável terá dificuldades no cara a cara é unânime.

Alguns analistas políticos chegam a dizer que Bolsonaro pode ficar fora de um segundo turno em decorrência da sua limitação, principalmente na política econômica.

PT e MDB unidos em causa própria

Imagem: Pesquisa Google Imagens

Texto enviado pelo professor *Rozilton Ribeiro

O PT, MDB e o Palácio do Planalto iniciaram uma aproximação para tentar barrar a prisão após condenação em segunda instância no STF.

Essas conversas foram intensificadas depois da prisão de Lula. A primeira medida é pressionar o ministro Alexandre de Moraes, nomeado por Temer para o Supremo e que já se manifestou, em várias oportunidades, a favor da execução após a segunda instância.

A investida está vinculada à incerteza envolvendo a ministra Rosa Weber.

A expectativa é se ela manteria, numa nova análise do assunto, a posição pessoal contra a prisão após segundo grau.

Nesta quarta-feira, 11/04/2018, Luiz Marinho do PT-SP e Gilberto Carvalho, ex-ministro, ambos do círculo mais próximo de Lula, estiveram com Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes para falar sobre o julgamento das ações que tratam do tema no STF.

Um dia antes, Gilmar, que virou o voto e agora é favorável à prisão apenas após o trânsito em julgado, almoçou com Temer.

Na avaliação de pessoas que estiveram recentemente com Temer, o presidente tem demonstrado arrependimento com a escolha de Alexandre Moraes.

Em manifestação ao STF, a AGU já defendeu a execução da pena somente depois de esgotados todos os recursos. A CONFERIR!

 Professor do Departamento de Administração da UESC, Mestre em Gestão Pública e Especialista em Marketing e Propaganda.

Só Ciro e Marina podem derrotar Bolsonaro

Imagem: Pesquisa Google Imagem

Marco Wense

Pesquisa do instituto Datafolha, realizada entre quarta (11) e sexta-feira (13), com 4.194 entrevistados em 227 municípios, deve provocar várias reflexões no PT em torno da sucessão presidencial.

A primeira delas, talvez a mais importante, é que os planos A e B, com Jaques Wagner e Fernando Haddad, são totalmente inviáveis. Com Lula fora da disputa, o ex-governador da Bahia tem 1% e o ex-prefeito de São Paulo 2%.

Ou seja, os petistas não são os herdeiros naturais do espólio eleitoral do ex-presidente Lula. Aliás, não herdam quase nada. O 1% e os 2% são 95% deles.

Os que mais se beneficiam do espólio lulista são Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT), respectivamente com 20% e 15%. Bolsonaro fica com 5%.

Dois de cada três eleitores de Lula dizem que votam em quem Lula apontar. Mais de um terço se declaram sem candidato, preferem votar em branco ou anular o voto.

Entre lulistas, 66 % estão dispostos a seguir a indicação de Lula e 21 % talvez. A outra parcela não tem uma opinião formada sobre o assunto.

Lula é um fortíssimo cabo eleitoral. Sua influência no processo sucessório vai aumentar quando o PT, com o aval do próprio Lula, decidir que o melhor caminho é apoiar outro nome fora da legenda.

Por enquanto, o PT insiste em manter a pré-candidatura da sua liderança maior, deixando a decisão final sobre a inelegibilidade com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A prisão de Lula repercutiu nas intenções de voto. Lula agora tem 31%. Consulta anterior, também do Datafolha, aponta o petista com 37%.

Sem Lula na disputa, em um cenário mais provável, Bolsonaro tem 17%, Marina 15%, Ciro Gomes e Joaquim Barbosa com 9% e Geraldo Alckmin 7%.

No campo de centro-esquerda, pelo menos partidariamente e não, digamos, pessoal-ideológico, temos três presidenciáveis: Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e Joaquim Barbosa (PSB).

Marina Silva e Joaquim Barbosa dificilmente terão o apoio do PT. A ex-ministra do Meio Ambiente do então governo Lula defende abertamente a prisão do ex-chefe. O ex-ministro do STF, então presidente do tribunal máximo do Judiciário, foi quem conduziu o mensalão do PT, condenando várias lideranças petistas.

Só tem Ciro Gomes, que mesmo fazendo críticas ao Partido dos Trabalhadores, defendendo a Lava Jato e responsabilizando a ex-presidente Dilma Rousseff pela atual situação da economia, é o mais confiável para o petismo.

A melhor opção do PT, com a inelegibilidade de Lula em decorrência da Lei da Ficha Limpa, é Ciro Gomes.

Informações sobre a educação brasileira

Imagem: Pesquisa Google Imagens

Texto enviado pelo professor *Rozilton Ribeiro

Sempre se disse, em todos os níveis de discussões, que os maus resultados da educação brasileira é o baixo investimento ou falta de recursos para se atingir a excelência.

Diferente do que o senso comum estabelece com certeza absoluta, um levantamento inédito recém-divulgado, mostra que a lógica do quanto mais dinheiro melhor, não tem funcionado para a educação brasileira na última década.

O grande e crucial problema é de gestão onde a falta de estabelecimento de prioridades na destinação de verbas culmina em ações pouco representativas.

Nesse levantamento que registrou uma década de gastos, 2006/2017, na rede pública, concluiu que apesar da crise econômica e as suas flutuações, os investimentos dos estados subiu 32% e nos municípios 66%.

Infelizmente a qualidade não acompanhou e o Brasil continuou entre os países com pior nível de ensino. O Brasil destina 6,1% do PIB para a educação acima dos 5,6% exigidas pela OCDE (Organização das nações mais ricas).

Enfim, precisamos de um choque de gestão nessa e em outras áreas estratégicas de apoio a população.

* Professor do Departamento de Administração da UESC, Mestre em Gestão Pública e Especialista em Marketing e Propaganda.

Pelo fim da imunidade tributária das igrejas

Imagem: Pesquisa Google Imagens

Texto enviado pelo professor *Rozilton Ribeiro

Segundo dados do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), que realiza pesquisas levando em consideração a arrecadação tributária comparada com o PIB, a carga tributária no Brasil de 34,5%, é mais elevada do que a de países como Reino Unido, Canadá, Estados Unidos e Japão, ele apresenta ainda que o brasileiro tem de trabalhar cinco meses do ano somente para custear a cobrança de tributos, e em outros cinco meses para pagar ao setor privado, os serviços públicos essenciais que o governo deveria lhe assegurar com a aplicação dos recursos em modelos eficientes de saúde, educação, segurança pública, habitação dentre outros.

O Brasil em 2017 atingiu, pela quinta vez consecutiva, a última colocação no ranking que mede o retorno oferecido em termos de serviços públicos de qualidade à população em relação ao que o contribuinte paga em impostos. Na contramão desses dados e, de acordo com o art. 150, VI da Constituição Federal, é vedado à União, aos Estados, ao DF e aos municípios instituir impostos sobre templos de qualquer culto, regra que abrange também rendas e serviços relacionados à sua entidade mantenedora.

Trocando em miúdos, isto significa que além de não pagarem impostos sobre aluguel de imóveis, bens em nome da entidade e serviços prestados, instituições religiosas também não sofrem tributação.

A justificativa para tal imunidade tributária seria o fato de que as religiões podem ser consideradas como de interesse social e que, na qualidade de organizações sem fins lucrativos e que, teoricamente, não comercializam produtos ou vendem serviços.

Uma sugestão popular, aberta pela Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (ATEA), solicitou parecer da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) sobre o tema. Ela defende que num estado laico (país com posição neutra no campo religioso) não faz sentido dar imunidade tributária a uma parcela das instituições do Brasil apenas porque são religiosas, afinal qualquer instituição que permita o enriquecimento de seus líderes e membros deve ser tributada.

A guisa de informação, dentre os homens mais ricos do Brasil, os líderes evangélicos estão no topo da lista. Além disso, escândalos envolvendo organizações religiosas também justificam a ação pelo fim da imunidade tributária a templos de qualquer natureza.

A fonte de renda das igrejas inclui, além do dinheiro recebido dos fiéis, a venda de bens e serviços e os rendimentos com ações e aplicações. Só em benefícios fiscais, as organizações religiosas brasileiras recebem cerca de R$ 4,5 bilhões anualmente. Num estado laico e que cobra tanto impostos de seus cidadãos, não nos parece correto manter este tipo de imunidade. Com a palavra os nossos legisladores.

* Professor do Departamento de Administração da UESC, Mestre em Gestão Pública e Especialista em Marketing e Propaganda.

Quem foi naninha, hein!

Imagem: Pesquisa Google Imagem

Marco Wense

O naninha que intitula o comentário de hoje se chama Aldo Rebelo, comunista histórico e ex-filiado do PCdoB. Chegou a ser a principal liderança da legenda.

Rebelo foi presidente da Câmara dos Deputados (2005 a 2007) e ocupou cargos importantes nos governos do PT: ministro dos Esportes, da Ciência e Tecnologia e Relações Institucionais.

Contrariado com a entrada de Joaquim Barbosa no PSB, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rebelo procurou abrigo no Solidariedade.

De comunista, passando pelo socialismo, Aldo Rebelo terminou no partido do deputado Paulinho da Força Sindical, o maior defensor de Eduardo Cunha no auge dos escândalos.

Rebelo quer ser candidato à presidência da República. Acontece que seu novo partido ainda negocia com o PSDB de Geraldo Alckmin e o DEM de Rodrigo Maia.

Aqui na Bahia, o Solidariedade, sob a batuta de Luciano Araújo, caminha a passos largos para apoiar o demista José Ronaldo, ex-prefeito de Feira Santana, o substituto de ACM Neto.

Rebelo mudou da água para o vinho. Aquele Rebelo de priscas eras, como diria o saudoso e inesquecível jornalista Eduardo Anunciação, escafedeu-se.

Rebelo, antes um comunista convicto, virou um pragmático que causa inveja a qualquer emedebista. Aldo Rebelo é apenas um “naninha” entre muitos outros.

E assim caminha a humanidade, ou melhor, a cada vez mais fétida e carcomida política brasileira.

Protesto contra prisão de Lula

Imagem: Pesquisa Google Imagens

Texto enviado pelo professor *Rozilton Ribeiro

Essa é surreal: Os vereadores do PT de Camaçari apresentaram, na manhã desta quarta-feira (11/04/2018), um ofício ao presidente da Câmara, Oziel dos Santos, informando que adotarão o sobrenome “Lula” durante as sessões. 

O documento é assinado por Jackson Josué, Teo Ribeiro, Marcelinho e Dentinho do Sindicato.  O movimento surgiu após os deputados federais do PT solicitarem o acréscimo do sobrenome “Lula” no painel de votações da Casa. 

Na Câmara dos deputados, vários parlamentares encaminharam pedidos oficiais para a Mesa Diretora para que tenham seus nomes trocados, incluindo Lula no sobrenome. Entre os que já solicitaram a mudança está o líder do partido na Casa, deputado Paulo Pimenta (RS).

* Professor do Departamento de Administração da UESC, Mestre em Gestão Pública e Especialista em Marketing e Propaganda.

Nova pesquisa do Datafolha para presidente pós-prisão de Lula

Imagem: Pesquisa Google Imagens

Texto enviado pelo professor *Rozilton Ribeiro

O Instituto Datafolha publicará, no próximo domingo (15/04/2018), a primeira pesquisa de intenção de voto para presidente após a prisão de Lula, que, mesmo assim, aparecerá em vários cenários da aferição. Jaques Wagner foi sondado em duas situações sem Lula.

Em um deles, seu nome aparece com: Paulo Rabello (PSC), Guilherme Boulos (PSOL), Joaquim Barbosa (PSB), Flávio Rocha (PRB), Ciro Gomes (PDT), Álvaro Dias (Podemos), Fernando Collor (PTC), Manuela D’Ávila (PCdoB), João Amoedo (Novo), Henrique Meirelles (MDB), Guilherme Afif (PSD), Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Jair Bolsonaro (PSL) e Rodrigo Maia (DEM). Já a outa situação trará de Michel Temer (MDB) em vez de Meirelles.

Wagner também estará em dois cenários de segundo turno, em um deles com Geraldo Alckmin (PSDB) e em outro com Jair Bolsonaro (PSL).

A pesquisa também quer saber se o eleitor entrevistado votaria em um postulante indicado por Lula, Temer ou Fernando Henrique Cardoso (PSDB), e quem Lula deveria apoiar não podendo participar da disputa. A conferir!

* Professor do Departamento de Administração da UESC, Mestre em Gestão Pública e Especialista em Marketing e Propaganda.