MA pede às autoridades que lembrem as vítimas do TP sobre a restituição, este é o objetivo

Harianjogja.com, PADANG — O Supremo Tribunal (MA) enfatizou a importância do papel ativo dos funcionários responsáveis pela aplicação da lei na monitorização do cumprimento dos direitos das vítimas de atos criminosos de tráfico de pessoas (TPPO), especialmente no que diz respeito aos pedidos de restituição.
O presidente da Câmara Criminal do Supremo Tribunal, Prim Haryadi, disse que os responsáveis pela aplicação da lei precisam de lembrar proactivamente as vítimas do seu direito à restituição desde o início do processo legal.
“Nos casos de TPPO, pede-se a todos os agentes da lei que lembrem ativamente as vítimas sobre a restituição”, disse ele em Padang, no sábado.
A restituição pode ser solicitada em todos os casos
Prim explicou, referindo-se à reforma do Código de Processo Penal (KUHAP), basicamente todos os processos criminais podem ser submetidos para restituição. No entanto, a plena implementação desta política ainda aguarda regulamentações de derivados como orientação técnica na área.
Contudo, o Supremo Tribunal emitiu directrizes iniciais sob a forma de um livro de bolso que regulamenta os mecanismos de restituição, especialmente para casos de TP.
“Por enquanto ainda está limitado a determinados casos. Mas no futuro, se nos referirmos ao Código de Processo Penal, todos os casos poderão requerer restituição”, disse Prim.
O Estado pode ser responsável pela compensação
Acrescentou que, se o perpetrador não puder pagar a restituição, o Estado tem a obrigação de estar presente para compensar a vítima como forma de protecção.
No entanto, o Supremo Tribunal continua a sublinhar o importante papel dos responsáveis pela justiça para garantir que as vítimas conheçam e usufruam dos seus direitos desde cedo, desde a fase de investigação até ao julgamento.
“Mesmo após o veredicto, a vítima ainda tem o direito de solicitar a restituição”, disse ele.
Papel importante do LPSK
No processo de pedido de restituição, as vítimas são aconselhadas a apresentar um pedido através da Agência de Protecção de Testemunhas e Vítimas (LPSK). Esta instituição desempenha um papel importante no auxílio às vítimas no cálculo do montante das perdas sofridas.
Anteriormente, o LPSK também incentivou a utilização de fundos de assistência às vítimas como rede de segurança, especialmente em casos de TP envolvendo exploração sexual.
Esta política refere-se ao Regulamento Governamental Número 29 de 2025 relativo aos Fundos de Assistência às Vítimas, que é um derivado da Lei do Crime de Violência Sexual. Este regulamento fornece uma base jurídica para o Estado distribuir indemnizações às vítimas quando os perpetradores não conseguem cumprir integralmente as suas obrigações.
Aumento máximo de proteção
Com a existência de um esquema de restituição e o apoio de fundos de ajuda às vítimas, o governo espera que a restauração dos direitos das vítimas do TP possa funcionar de forma mais otimizada. A sinergia entre os responsáveis pela aplicação da lei e as instituições relacionadas é considerada a chave para que as vítimas não sejam novamente prejudicadas no processo legal.
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Fonte: Entre




