Travessias ilegais em Jacarta em destaque, sinergia centro-regional enfatizada

Harianjogja.com, JACARTA – O problema das travessias ilegais na área de DKI Jacarta está de volta aos holofotes, depois que o observador de transportes Djoko Setjowarno enfatizou a importância da sinergia entre o governo central e os governos regionais no tratamento desta questão de segurança. Devem ser tomadas precauções para evitar possíveis acidentes.
Djoko disse que a divisão de responsabilidades deve ser clara, especialmente na gestão de passagens de nível espalhadas por várias regiões, tanto sob autoridade central como regional.
“Portanto a responsabilidade é clara. Se for oficial nas estradas nacionais [maka akan menjadi tanggung jawab] governo central através do Ministério das Obras Públicas (PU). Se for um governo regional, está de acordo com cada governo regional. “Existem províncias, distritos e cidades”, disse Djoko quando contactado em Jacarta, no domingo.
Com base nos dados da PT KAI, existem 432 pontos de passagem de nível na área operacional Daop 1 Jacarta, que inclui a rota de Banten a Cikampek.
Desse total, 138 pontos são categorizados como travessias desprotegidas, consideradas de alto risco à segurança dos usuários das estradas e das viagens ferroviárias.
Respondendo a esta condição, Djoko enfatizou que as travessias ilegais devem ser encerradas sem compromissos como um passo firme para reduzir o potencial de acidentes nas linhas ferroviárias.
“Basicamente, as travessias ilegais devem ser fechadas. Não há compromisso nos 138 pontos, devem ser fechados por segurança”, disse Djoko Setjowarno.
Ele considera que os arranjos de travessia são uma parte importante dos esforços mais amplos para fortalecer o sistema geral de segurança do transporte ferroviário em várias regiões.
Além disso, Djoko lembrou também que a dotação orçamental para o sector da segurança dos transportes não deve ser reduzida, porque o sucesso dos programas de segurança depende muito de um apoio financeiro adequado.
Segundo ele, sem apoio orçamental, os esforços para melhorar a segurança serão difíceis de concretizar de forma óptima no terreno, pelo que é necessária sinergia.
“A segurança pública é uma responsabilidade partilhada, não apenas um encargo fiscal regional. Portanto, o apoio da APBN para custos de formação e a garantia do estatuto de primeiros socorros para os guardas de passagem é uma chave absoluta para manter a segurança contínua das vidas nas linhas ferroviárias”, explicou Djoko Setjowarno.
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Fonte: Entre



