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Pára-quedistas saltam para a ilha habitada mais remota da Grã-Bretanha para missão de hantavírus

Pára-quedistas britânicos pousaram em um “campo de golfe coberto de pedras” para fornecer pessoal médico e oxigênio ao território ultramarino mais remoto da Grã-Bretanha, enquanto se trata de um caso suspeito de hantavírus, disse um comandante do exército no domingo.

A Agência de Segurança Sanitária do Reino Unido confirmou na sexta-feira que um cidadão britânico desembarcou do navio de cruzeiro MV Hondius para a ilha de Tristão da Cunha, no Atlântico Sul, onde reside, com um caso suspeito de hantavírus.

Seis paraquedistas, um consultor da Força Aérea Real (RAF) e uma enfermeira do exército foram lançados de pára-quedas na ilha, que normalmente só é acessível por barco, enquanto suprimentos de oxigênio e ajuda médica também foram lançados.

Uma aeronave de transporte RAF A400M voou da RAF Brize Norton para a Ilha de Ascensão, apoiada por um RAF Voyager, antes de seguir para Tristão da Cunha.

Pára-quedistas posam para uma foto para sinalizar o sucesso da missão. Foto: MOD do Reino Unido via AFP

Tristão da Cunha, um grupo de ilhas vulcânicas no Oceano Atlântico Sul, é o território ultramarino habitado mais remoto da Grã-Bretanha. Acessível apenas por barco e sem pista de pouso, tem uma população de apenas 221 habitantes. É a ilha habitada mais remota do mundo, localizada a mais de 2.400 km – uma viagem de barco de seis dias – de Santa Helena, sua vizinha habitada mais próxima.

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