Atividade humana associada a 4 das 29 mortes de cetáceos nas águas de Hong Kong: relatório

Suspeita-se que quatro das 29 baleias, golfinhos e botos que desembarcaram nas águas de Hong Kong no ano passado tenham morrido devido à actividade humana, sendo que um relatório anual divulgado conjuntamente pelo governo e pelo Ocean Park também revela um declínio geral nos encalhes.
Um comunicado de imprensa com as conclusões foi publicado na terça-feira para o Relatório de Encalhe da Vida Marinha de Hong Kong 2025, uma colaboração entre a Ocean Park Conservation Foundation e o Departamento de Agricultura, Pesca e Conservação (AFCD), que opera em conjunto uma equipe de resposta desde 2006 para investigar casos de encalhe de vida marinha na cidade.
Desde então, a equipe registrou mais de 700 casos de encalhes envolvendo cetáceos na cidade.
No ano passado, foram registados 29 encalhes de cetáceos, contra 41 em 2024. Destes, quatro eram suspeitos de estarem ligados à atividade humana, uma ligeira diminuição em relação aos seis casos deste tipo em 2024.
Cerca de 70 por cento das carcaças extraídas no ano passado estavam em estágios avançados de decomposição devido à alta umidade e temperaturas da cidade, limitando os esforços de diagnóstico.
A última declaração não especificou os tipos de atividades humanas envolvidas, mas atribuiu uma morte antropogénica a uma suspeita de infecção bacteriana ou parasitária.



