O Borussia Dortmund ‘enfrenta um grande problema com a icônica arquibancada sul da Parede Amarela’ enquanto o furioso chefe do clube rebate a decisão ‘NONSENSE’

Borussia Dortmund teriam sido instruídos a fazer alterações significativas em sua icônica Parede Amarela depois que a UEFA aprovou áreas seguras para ficar em pé de 2026-27 em diante.
Os alemães possuem o maior terraço para espectadores em pé no futebol europeu, com a arquibancada sul do Signal Iduna Park com capacidade para apenas 25 mil torcedores, criando uma atmosfera intensa e incomparável no jogo.
Mas de acordo com BILDas novas diretrizes de segurança emitidas para a próxima temporada apresentam um problema ao Dortmund.
A UEFA, ao permitir que clubes de todas as 55 federações nacionais implementem uma posição segura, divulgou novas directrizes que a Muralha Amarela de Dortmund fica aquém.
O corpo diretivo exige quebra-ondas contínuos, essencialmente barreiras metálicas nos degraus, em cada fileira para impedir que os ventiladores sejam empurrados para frente de forma incontrolável.
Como resultado, o Dortmund precisa de reajustar as suas barreiras porque os encostos dos assentos variáveis servem atualmente como barreiras.
Borussia Dortmund terá que fazer alterações na Parede Amarela para cumprir regras de segurança
A área em pé também teve de ser alterada porque o Dortmund não cumpre o requisito da UEFA de um máximo de 4,7 adeptos por metro quadrado, apesar de os regulamentos de construção na Alemanha permitirem cinco.
O diretor organizacional do Dortmund, Christian Hockenjos, participará de uma reunião da UEFA na próxima quinta-feira para defender o clube alemão, com o furioso presidente Hans-Joachim Watzke criticando as novas diretrizes “absurdas”.
“Isso é um absurdo e pura burocracia”, disse ele via BILD.
“Nosso estádio está aprovado para jogos da Bundesliga contra o Bayern ou o Leverkusen. Por que não deveria ser adequado para jogos da Liga dos Campeões contra o mesmo ou outros adversários? Especialmente porque nada aconteceu em todos esses anos.
Hockenjos acrescentou: ‘Gostaria que chegássemos a um acordo com a UEFA que seguisse a legislação nacional.’
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