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Caso da máfia de Bantul Land ainda está sendo investigado, alegações de falsificação se fortalecem

Harianjogja.com, BANTUL—O processo legal no caso da máfia fundiária em Bantul ainda não chegou ao fim. Na segunda-feira (04/13/2026), as investigações ainda estavam em andamento na Delegacia Regional do DIY com foco no reforço de provas, incluindo planos de apresentação de peritos.

O Chefe Interino de Assuntos Jurídicos do Governo da Regência de Bantul, Jarot Anggoro Jati, revelou que a equipe jurídica da vítima, Bryan Manov Qrisna Huri, está atualmente preparando informações adicionais de especialistas criminais e fundiários.

“A equipe jurídica do Sr. Bryan planeja trazer especialistas criminais da UGM e da Associação de Oficiais de Escrituras de Terras. Porque o caso diz respeito ao objeto de uma escritura de compra e venda de terras”, disse ele.

Esta medida é considerada importante para reforçar as alegações de falsificação de documentos que estão no cerne do caso. O próprio Governo da Regência de Bantul não pode confirmar quando os processos serão entregues ao Ministério Público porque o processo probatório ainda está em curso.

Segundo Jarot, um dos aspectos mais cruciais neste caso é a alegada falsificação de assinaturas em documentos de compra e venda de terrenos. Para garantir sua validade, são necessários testes científicos por meio de um laboratório forense.

“Este caso é certamente diferente do caso de Mbah Tupon (uma vítima da máfia fundiária em Ngentak, aldeia de Bangunjiwo, Kapanewon Kasihan). O caso de Mbah Tupon não envolveu falsificação de assinaturas”, explicou.

Ele enfatizou que a prova de falsificação não pode ser feita simplesmente porque requer um processo técnico longo e detalhado. Os exames laboratoriais forenses têm mesmo de ser realizados fora da área, nomeadamente em Semarang.

“O caso, Mas Bryan, é sobre falsificação de documentos. Depois a prova da falsificação deve ser examinada pelo Laboratório Forense e também deve chegar a Semarang”, explicou Jarot.

No entanto, confirmou que o processo de investigação decorreu até agora sem obstáculos significativos. A coordenação entre os investigadores, o governo local e a equipa jurídica continua para que o tratamento do caso possa ser concluído rapidamente.

“Estamos confiantes de que os investigadores irão lidar com as dificuldades quando houver dificuldades. E, tanto quanto sabemos, os investigadores têm um compromisso, nomeadamente que podem entregar este processo ao Ministério Público o mais rapidamente possível”, disse ele.

Histórico do caso

Este caso começou em agosto de 2023, quando a mãe da vítima, a falecida Endang Kusumawati (67), pediu ajuda a um conhecido chamado Triono para resolver a certidão de terra.

No entanto, no processo, o certificado mudou de nome para Muhammad Achmadi e mais tarde descobriu-se que estava hipotecado num banco na área de Sleman.

Esta mudança supostamente ilegal de propriedade tornou-se a base para um relatório e está atualmente sendo investigada por autoridades responsáveis ​​pela aplicação da lei.

Com o processo de investigação ainda em curso e focado na comprovação da falsificação de documentos, os resultados dos exames forenses determinarão os rumos deste caso. O público está agora à espera de novas medidas por parte dos responsáveis ​​pela aplicação da lei, se este caso passará imediatamente para a fase de acusação ou se ainda requer investigação adicional.

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