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Hong Kong adia campanha anual de publicidade LGBTQ. Uma comunidade está sendo esquecida?

Pela primeira vez numa década, um grupo de trabalho do governo de Hong Kong não realizou qualquer campanha publicitária que abrangesse a identidade de género e a orientação sexual no último exercício financeiro, suscitando preocupações de que as autoridades estão a tomar uma atitude indiferente em relação à população local. LGBTQ comunidade.

Os números da Unidade de Identidade de Género e Orientação Sexual (GISOU), que está sob a alçada do Instituto para os Assuntos Constitucionais e do Continente, também mostram que só recebeu sete queixas de 2015 a 2025, um número que os grupos de defesa argumentaram não reflectir a realidade.

Embora a cidade não disponha de legislação específica contra a discriminação com base na orientação sexual, o GISOU aceita tais queixas, mas não tem autoridade legal para acompanhar os casos. A unidade também é composta por apenas dois diretores executivos.

A Comissão para a Igualdade de Oportunidades (EOC), por outro lado, trata de queixas envolvendo disforia de género, que é protegida pela Portaria sobre Discriminação de Deficiência.

Numa resposta ao South China Morning Post, um porta-voz da agência revelou que o GISOU não realizou nenhum trabalho publicitário no exercício anterior. Ele disse que a unidade “tinha que se concentrar em uma série de tarefas importantes”, mas não forneceu mais detalhes.

“O governo explora consistentemente meios mais eficazes para promover a nossa mensagem”, disse ele.

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