Ministro da Saúde propõe reativação automática temporária de JKN por 11 milhões de PBI JK

Harianjogja.com, JACARTA—O Ministro da Saúde Budi Gunadi Sadikin propôs que a adesão ao Seguro Nacional de Saúde (JKN) para 11 milhões de Destinatários de Assistência de Contribuição com deficiência (PBI JK) fosse reativada automaticamente por três meses. Essa etapa visa que os dados dos destinatários possam ser novamente validados, garantindo que apenas quem realmente precisa receba unidades de saúde do estado.
Em reunião conjunta com o DPR RI, segunda-feira (02/09/2026), Budi explicou que dos 11 milhões de participantes cuja adesão foi revogada, havia cerca de 120 mil pacientes com histórico de doença catastrófica e 12 mil pacientes em hemodiálise (diálise) que foram afetados.
O número de pacientes em diálise a nível nacional chega a 200 mil, com mais 60 mil novos pacientes a cada ano. Sem tratamento de rotina, nomeadamente diálise 2 a 3 vezes por semana, os pacientes correm o risco de morrer.
Além dos pacientes em diálise, Budi enfatizou a necessidade de prestar atenção a outras doenças catastróficas, incluindo quimioterapia com ciclos cinco vezes por semana, medicamentos para o coração e infusões para crianças com talassemia.
“Esta reativação é importante para que as pessoas que realmente precisam continuem a ser atendidas pelo Estado”, frisou Budi. Acrescentou que este mecanismo de reactivação temporária poderia ser implementado através de um Decreto (SK) do Ministério dos Assuntos Sociais.
Em relação aos custos, Budi explicou: “Para 120 mil pessoas vezes IDR 42 mil PBI por mês, o total é no máximo IDR 5 bilhões. Portanto, durante três meses, pedimos um orçamento de cerca de IDR 15 bilhões para reativar automaticamente”.
Durante o período de validação de três meses, o público pode ser informado que o PBI JK só é entregue a quem realmente precisa, e os beneficiários não precisam mais se deslocar às unidades de saúde para ativar manualmente a participação.
Além da reativação automática, Budi também sugeriu a atualização dos Dados Únicos Sociais e Económicos Nacionais (DTSEN) abertamente pela Agência Central de Estatística (BPS), Governo Regional, BPJS Saúde e Ministério dos Assuntos Sociais.
Além disso, enfatizou a necessidade de coordenação para que o Decreto do Ministério dos Assuntos Sociais seja legalmente válido por dois meses, para que não dê origem a percepções erradas sobre a autoridade entre o Ministério da Saúde e o Ministério dos Assuntos Sociais. “Isso exige coordenação com o BPK para que não seja visto por nenhum dos ministérios”, explicou.
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Fonte: Entre




