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O governo da cidade de Jogja limita o combustível dos veículos de serviço a um máximo de 5 litros por dia

Harianjogja.com, JOGJA— O governo da cidade de Yogyakarta está a preparar medidas concretas para reduzir o consumo de energia no ambiente burocrático, limitando a utilização de óleo combustível (BBM) em veículos oficiais.

O prefeito de Jogja, Hasto Wardoyo, disse que esta política seria implementada através de um sistema de teto diário. O regime estabelece um limite máximo para o consumo de combustível, nomeadamente 5 litros por dia para automóveis oficiais e 1 litro por dia para motos oficiais.

Segundo Hasto, este regulamento foi concebido para que os veículos operacionais sejam efetivamente utilizados para fins oficiais, ao mesmo tempo que reduz o potencial de desperdício.

“Se a utilização ultrapassar o limite máximo por interesses pessoais ou pela distância de casa, a ASN em causa deverá arcar ela própria com o excesso”, afirmou, terça-feira (31/3/2026).

Ele explicou que a implementação deste limite máximo tem o potencial de reduzir os gastos com combustível em cerca de 30 por cento. Este cálculo baseia-se na limitação do consumo diário, que é considerado bastante significativo no controlo do consumo de energia.

“Se limitarmos os carros a 5 litros por dia, isso significa que em quatro dias são cerca de 20 litros. As motos consomem um litro por dia, quatro dias cerca de 4 litros.

Para além da eficiência orçamental, considera-se que este sistema também facilita a monitorização dos veículos oficiais. Cada funcionário público estadual (ASN) só pode apresentar pedidos de combustível de acordo com uma cota pré-determinada.

“Fiscalizar os veículos oficiais é relativamente fácil porque estão consertados. Se quiser utilizá-los em qualquer lugar, a reivindicação máxima ainda é essa. Se for maior, será suportado pelo indivíduo”, disse.

Além disso, esta política faz parte dos esforços para construir uma cultura de poupança de energia dentro do Governo da Cidade de Jogja. O governo também está a incentivar mudanças nos padrões de mobilidade da ASN para torná-los mais eficientes e ecológicos.

A ASN é encorajada a começar a mudar para modos de transporte alternativos, como bicicletas ou bicicletas eléctricas, especialmente para aqueles que vivem perto de escritórios. Segundo Hasto, esta etapa não só economiza energia, mas também contribui para a redução de emissões nas áreas urbanas.

“A conscientização para não usar veículos movidos a óleo com muita frequência precisa ser construída em conjunto. Você pode andar de bicicleta ou usar uma bicicleta elétrica, é mais eficiente”, disse ele.

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