Prabowo considera comprar jatos de combate da China

Harianjogja.com, JACARTA— O governo indonésio está a começar a considerar planos para comprar aviões de combate à China como parte do fortalecimento do principal sistema de armas (alutsista). O Presidente Prabowo Subianto afirmou que esta opção estava a ser estudada em linha com os esforços para manter a prontidão da defesa nacional.
Na sua declaração citada no relatório da Bloomberg, Prabowo enfatizou que a Indonésia tem adquirido equipamentos de defesa de vários países. Esta política foi executada para manter uma postura militar defensiva, mantendo ao mesmo tempo boas relações com muitos parceiros internacionais.
Segundo ele, esta estratégia é importante para que a Indonésia não dependa de um determinado país para satisfazer as suas necessidades de defesa.
“A Indonésia não pode fazer parte de nenhuma aliança militar. Se algo acontecer, não podemos depender de ninguém”, disse Prabowo.
Enfatizou que a política de aquisição de equipamento de defesa de vários países faz parte dos princípios da política externa livre e activa da Indonésia. Com esta abordagem, a Indonésia procura manter relações equilibradas com várias potências globais sem tomar partido de certos blocos militares.
No meio das crescentes tensões geopolíticas globais, Prabowo também acredita que é improvável que a China aproveite a situação para desencadear novos conflitos na região do Leste Asiático, incluindo no que diz respeito à questão de Taiwan.
Segundo ele, os líderes da China estão actualmente mais focados no desenvolvimento interno e na melhoria do bem-estar do seu povo, em vez de desencadearem conflitos abertos com outros países.
Esta declaração surge no meio da crescente preocupação global relativamente à escalada do conflito envolvendo os Estados Unidos, Israel e o Irão, que é considerado como tendo o potencial de expandir as tensões geopolíticas em várias regiões.
No entanto, Prabowo enfatizou que a Indonésia continua a levar a cabo uma política externa independente e não está do lado de nenhuma grande potência do mundo.
“Vejo que a actual liderança da China está muito focada em melhorar o nível de vida do seu povo. Tentarão evitar conflitos abertos”, disse Prabowo.
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