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Procurador-geral nomeia 7 suspeitos no caso Petral, Riza Chalid Fugitive

Harianjogja.com, JACARTA — A Procuradoria-Geral nomeou Mohammad Riza Chalid, juntamente com outras seis pessoas, como suspeitos no alegado caso de corrupção na aquisição de petróleo bruto e produtos refinados na Pertamina Energy Trading Ltd (Petral) para o período 2008-2015.

O Diretor de Investigações do Procurador-Geral Júnior para Crimes Especiais, Syarief Sulaeman Nahdi, disse que Riza Chalid atuou como proprietário beneficiário de uma série de empresas, nomeadamente Gold Manor, VeritaOil e Global Energy Resources (GER).

Seis outros suspeitos

Além de Riza Chalid, a Procuradoria-Geral da República também nomeou outros seis suspeitos, a saber:

IRW (parte privada/diretor da empresa)

BBG (ex-Gerente Comercial da PT Pertamina)

AGS (Chefe de Negociação PES 2012–2014)

MLY (Trader Sênior PES 2009–2015)

NRD (Gerente de Negociação de Petróleo PES)

TFK (VP da Cadeia de Fornecimento Integrada PT Pertamina)

Supostamente definido concurso para marcação

Segundo Syarief, Riza Chalid e partes relacionadas são suspeitas de influenciar o processo de aquisição de petróleo bruto, produtos refinados e transporte através de empresas afiliadas.

Os métodos utilizados incluem o condicionamento de propostas e o vazamento de informações de preços autoestimados (HPS), para que o processo de aquisição se torne não competitivo.

“Essa comunicação é na forma de condicionamento de concurso, informação de valor do HPS, para que haja mark ups ou preços caros”, explicou.

Como resultado desta prática, suspeita-se que a aquisição de petróleo bruto e produtos refinados seja prejudicial à PT Pertamina.

Detenção e status de fugitivo

Após a identificação dos suspeitos, cinco pessoas foram imediatamente detidas durante os 20 dias seguintes. Enquanto isso, o suspeito BBG está sob detenção municipal por motivos de saúde.

Enquanto isso, Riza Chalid ainda está foragido e está na lista de procurados (DPO).

“Em relação a um dos suspeitos, nomeadamente MRC, este tornou-se de facto um DPO do Ministério Público”, disse Syarief.

Este caso está no centro das atenções porque envolve aquisições estratégicas nacionais de energia e alegadas práticas corruptas que ocorreram durante um longo período de tempo.

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Fonte: Entre

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