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Promotor ainda exige 18 anos de prisão de Kerry Riza

Harianjogja.com, JACARTA—O procurador-geral da Procuradoria-Geral continua a acusar Muhammad Kerry Andrianto Riza de 18 anos de prisão num caso de alegada corrupção na gestão de petróleo bruto.

Na audiência de leitura da réplica no Tribunal de Crimes de Corrupção (Tipikor) do Tribunal Distrital Central de Jacarta, segunda-feira, a Procuradora Triyana Setia Putra sublinhou que o pedido de 18 anos de prisão contra o filho do empresário petrolífero Riza Chalid ainda seria mantido.

“Solicitamos que o painel de juízes rejeite a nota de defesa ou apelo do réu Kerry e da equipe de assessoria jurídica do réu”, disse Triyana no julgamento.

O promotor explicou que a defesa de Kerry levantou basicamente duas questões. Primeiro, relacionado com a perda da narrativa sobre o alegado óleo combustível adulterado (BBM) e perdas estatais no valor de 193,3 biliões de IDR decorrentes da acusação. Em segundo lugar, em relação ao papel de Kerry, que se diz limitado a pedir ao Comissário do PT Pelayaran Mahameru Kencana Abadi (PMKA) Gading Ramadhan Juedo que envie uma carta de oferta ao PT Pertamina (Persero) e participe numa reunião com o PT Bank Rakyat Indonesia (Persero) Tbk juntamente com o Diretor Presidente da PT Pertamina International Shipping (PIS) 2022–2024 Yoki Firnandi.

Em resposta a isto, o procurador avaliou que o arguido confundiu informações fora do tribunal com o conteúdo da acusação que tinha sido preparada de forma cuidadosa, clara e completa.

Os atos acusados ​​​​incluem conspiração na organização do aluguel de três navios pertencentes à PT Jenggala Maritim Nusantara (JMN) em cooperação com a locação de terminal de óleo combustível (TBBM) da PT Orbit Terminal Merak (OTM). Esta alegação teria sido feita em conjunto com os Comissários da PT JMN Dimas Werhaspati, Gading Ramadhan Juedo, bem como os proprietários beneficiários da PT Tanki Merak e da PT OTM Mohammad Riza Chalid.

Em outro ponto de defesa, Kerry argumentou que houve benefícios econômicos reais para a Pertamina de modo que segundo ele não houve evidências de ordens, intervenção, fluxo de fundos ou intenção maliciosa na série de casos.

O promotor considerou esse argumento uma forma de defesa subjetiva do réu.

“Assim, é natural que o arguido negue todas as provas válidas que foram apresentadas em julgamento”, afirmou o procurador.

Além de ter sido condenado a 18 anos de prisão, Kerry também foi obrigado a pagar uma multa de 2 mil milhões de IDR, subsidiária a 190 dias de prisão. Ele também foi obrigado a pagar 13,4 trilhões de IDR em indenização, consistindo em 2,9 trilhões de IDR em perdas financeiras estatais e 10,5 trilhões de IDR em perdas econômicas estatais, com uma subsidiária de 10 anos de prisão.

Neste caso, Kerry foi acusado de violar o Artigo 603 em conjunto com o Artigo 20, letra c do Código Penal Nacional, em conjunto com o Artigo 18 da Lei Número 31 de 1999 relativa à Erradicação de Crimes de Corrupção, conforme alterada pela Lei Número 20 de 2021.

Diz-se que ele enriqueceu com Rp. 3,07 trilhões, o que resultou em perdas estatais de Rp. 285,18 trilhões. Ao adquirir o aluguer de três navios PT JMN, Kerry foi acusado de enriquecer a si próprio e a Dimas através da PT JMN no valor de 9,86 milhões de dólares americanos ou o equivalente a Rp. 162,69 bilhões (taxa de câmbio de Rp. 16.500 por dólar americano) e Rp. 1,07 bilhão.

Enquanto isso, na atividade de aluguel de TBBM Merak, ele é suspeito de enriquecer com Gading e Riza Chalid no valor de IDR 2,91 trilhões.

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