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Será que a estratégia do Zimbabué para o lítio o ajudará a entrar no jogo da agregação de valor?

Zimbábue está apostando que sua mudança para o processamento de lítio finalmente quebrará o ciclo de escavação e transporte de minério que definiu seu setor de mineração por décadas.

Isto segue-se à exportação da primeira remessa de sulfato de lítio do continente pela Prospect Lithium Zimbabwe, uma subsidiária da chinesa Zhejiang Huayou Cobalt, a partir da sua mina Arcadia, avaliada em 400 milhões de dólares, perto de Harare, no mês passado.

O marco ocorreu depois de Harare ter antecipado inesperadamente a proibição das exportações de minerais brutos para Fevereiro deste ano, para travar o contrabando generalizado e garantir que o país extraísse o máximo valor dos seus recursos.

A fábrica de Arcadia tem capacidade para produzir 50.000 toneladas métricas anualmente de sulfato de lítio, um produto intermediário que pode ser posteriormente refinado em produtos básicos para a fabricação de baterias, como hidróxido de lítio e carbonato de lítio.

Para manter o acesso, as empresas chinesas investiram mais de 1,4 mil milhões de dólares em projectos locais para desenvolver minas e construir refinarias que satisfazem as novas proibições, permitindo à Huayou evitar um imposto de exportação de 10% sobre concentrados brutos.

A Prospect Lithium Zimbabwe descreveu o carregamento como uma “conquista histórica”, observando que marcou o primeiro sal de lítio já produzido no continente. A empresa afirmou que “este marco sublinha a emergência do país como um interveniente-chave na cadeia de valor global do lítio e destaca o progresso que está a ser feito no sentido da adição de valor no país”.

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