Três soldados indonésios morreram no Líbano UE une-se em condolências

Harianjogja.com, JACARTA— Continuam a fluir condolências pela morte de três soldados indonésios durante uma missão de paz no Líbano. A União Europeia manifestou as suas profundas condolências às famílias das vítimas, bem como ao governo indonésio, por este trágico incidente.
Na sua declaração oficial, a União Europeia também condenou veementemente o ataque que matou pessoal indonésio que fazia parte da missão UNIFIL.
A UE salientou que a segurança do pessoal e dos bens das Nações Unidas deve ser garantida em todos os momentos, em conformidade com o direito internacional.
O trágico acontecimento ocorreu em dois incidentes diferentes no sul do Líbano. Em 29 de março de 2026, o soldado do TNI Praka Farizal Rhomadhon morreu em consequência de fogo de artilharia em torno da posição do contingente indonésio em Adchit Qusayr.
Um dia depois, dois outros soldados, o capitão (Inf) Zulmi Aditya Iskandar e Sertu Muhammad Nur Ichwan, morreram num ataque a um comboio logístico da UNIFIL perto de Bani Hayyan.
O governo indonésio, através do Representante Permanente da Indonésia junto da ONU, Umar Hadi, apelou a uma investigação completa e transparente do ataque. A Indonésia também pediu ao Conselho de Segurança da ONU que garantisse a responsabilização legal sem impunidade para os perpetradores.
Além disso, a Indonésia insta todas as partes, incluindo Israel, a cessarem a agressão e a cumprirem o direito internacional para garantir a segurança das tropas de manutenção da paz.
A própria ONU confirmou que o processo de investigação estava em andamento. O porta-voz do secretário-geral da ONU, Stephane Dujarric, disse que os ataques às forças de manutenção da paz são inaceitáveis e devem ser responsabilizados.
Acrescentou que a equipa de investigação ainda enfrenta obstáculos no terreno porque a situação de segurança ainda não é totalmente favorável. No entanto, a ONU está empenhada em revelar os factos de forma objectiva.
Entretanto, o Secretário-Geral Adjunto da ONU para as Operações de Paz, Jean-Pierre Lacroix, continua a monitorizar a evolução da situação para garantir que a segurança do pessoal no terreno seja mantida.
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