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Prisão estendida para nove suspeitos do assassinato de ativista francês de extrema direita

A investigação sobre o assassinato do ativista francês de extrema direita Quentin Deranque, que morreu após ser espancado até a morte na semana passada, continua em Lyon. A custódia policial de nove das onze pessoas detidas desde terça-feira foi prorrogada por 24 horas. Sete estão sendo interrogados por homicídio culposo e agressão agravada. Os suspeitos incluem dois assistentes parlamentares, segundo Erwann Drouyak.
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