Técnico da Itália pede demissão após equipe não conseguir classificação para a Copa do Mundo

Gennaro Gattuso deixou o cargo de técnico da Itália na sexta-feira como azzurri não conseguindo chegar à terceira Copa do Mundo consecutiva continuou a enviar ondas de choque através do futebol italiano.
Vencedor da Copa do Mundo em 2006, Gattuso deixa o cargo depois de menos de um ano no comando da Itália, seleção que ficou muito atrás de rivais históricos como França e Espanha nas últimas duas décadas.
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Derrota nos pênaltis para Bósnia e Herzegovina na final do play-off de qualificação de terça-feira acabou custando o emprego de Gattuso, já que o homem que o contratou também deixou o cargo de presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC).
Gabriele Gravina pediu a Gattuso que permanecesse imediatamente após a eliminação em Zenica, mas sua saída e a do gerente geral da seleção nacional Gianluigi Buffonabriu caminho para a renúncia do homem de 48 anos.
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Gattuso assumiu o comando Itália em junho do ano passado, após a demissão de Luciano Spalletti, ele próprio vítima de uma péssima defesa de título no Euro 2024 e uma goleada de 3 a 0 para a Noruega de Erling Haaland em seu primeiro Copa do Mundo qualificador.
Seu histórico impressiona no papel, com seis vitórias, uma derrota e um empate em oito partidas, com 22 gols marcados e 10 sofridos.
Mas esse empate foi o 1-1 com a Bósnia, que precedeu um desempate por grandes penalidades em que a Itália falhou duas vezes, enquanto a derrota foi outra humilhante para Noruegadesta vez por 4 a 1 no San Siro.
Gattuso foi considerado por muitos uma escolha estranha para substituir Spalletti devido ao seu histórico irregular como treinador do clube, e foi duramente criticado após a eliminação de terça-feira.
(FRANÇA 24 com AFP)




