Tecnologia

A próxima grande ameaça aos carros é um backdoor de IA que você não consegue detectar


Esqueça o pára-choque. O verdadeiro perigo para carros autônomos pode ser um hack que fica dentro da IA ​​do veículo, esperando o momento certo para atacar. Tecnologia da Geórgia pesquisadores descobriram uma nova vulnerabilidade chamada VillainNet, que expõe um ponto cego crítico em sistemas autônomos.

O backdoor permanece inativo até que condições específicas o despertem. Então funciona 99% do tempo. Um criminoso poderia programar o gatilho para quase tudo, digamos, um táxi autônomo respondendo à chuva. As ferramentas de segurança atuais não conseguem detectar esta ameaça. Seu carro pode estar comprometido e você nunca saberá até que seja tarde demais.

Como VillainNet se esconde à vista de todos

A falha reside na arquitetura da IA ​​moderna. Os carros autônomos dependem do que os pesquisadores chamam de superredes, sistemas enormes que trocam módulos menores dependendo da tarefa. Pense nisso como uma caixa de ferramentas digital com bilhões de ferramentas especializadas.

O pesquisador principal David Oygenblik, Ph.D. estudante da Georgia Tech, disse que um invasor só precisa envenenar uma pequena ferramenta naquela caixa. O código malicioso permanece invisível em inúmeras configurações normais até que o carro acesse esse módulo específico. Então ele ativa. O espaço de busca é impressionante. Oygenblik comparou isso a encontrar uma única agulha num palheiro com 10 quintilhões de canudos.

O cenário dos reféns é real

Este não é um exercício teórico. A equipe descreve uma possibilidade assustadora. Um hacker poderia programar um táxi autônomo para esperar pela chuva e depois assumir o controle quando o carro se ajustasse às estradas molhadas.

Uma vez lá dentro, eles poderiam manter passageiros como reféns e exigir pagamento, ameaçando quebrar. O método funciona. Em testes de laboratório, o VillainNet teve sucesso em 99% das vezes quando acionado, sem deixar rastros.

Por que essa correção é quase impossível

A pesquisa chegou a uma grande conferência de segurança em outubro de 2025. A mensagem para as montadoras é contundente. Detectar um backdoor da VillainNet exigiria 66 vezes mais poder de computação do que os métodos atuais permitem.

Essa busca não é prática hoje. A equipe considera seu trabalho um alerta, pressionando por novas defesas antes que esses ataques passem dos laboratórios para as vias públicas.


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