Considera-se que o discurso sobre a KPU se tornar um novo ramo do poder requer estudo

Harianjogja.com, JACARTA—Considera-se que o discurso sobre tornar a Comissão Geral Eleitoral (KPU) o quarto poder do Estado não pode ser decidido rapidamente. Membro da Comissão da Câmara dos Representantes da Indonésia
Segundo Eric, as ideias anteriormente transmitidas pelo ex-presidente do Tribunal Constitucional Jimly Asshiddiqie devem ser discutidas de forma abrangente, tanto académica como cientificamente e com base na experiência prática de realização de eleições no terreno.
Explicou que a posição actual da KPU foi efectivamente regulamentada na Constituição da República da Indonésia de 1945, artigo 22E, parágrafo (5). Esta disposição estabelece que a KPU é uma instituição nacional, permanente e independente na realização de eleições.
Portanto, se a KPU quiser ser colocada como o quarto ramo do poder estatal, este passo não pode ser dado sem alterar a constituição. Eric enfatizou que estas mudanças só poderiam ser feitas através do processo de alteração da Constituição de 1945.
Por outro lado, Eric avalia que as actuais condições políticas e económicas nacionais ainda enfrentam vários desafios. Nesta situação, o discurso sobre alterações constitucionais pode ainda não ser uma prioridade máxima para as elites políticas.
Explicou também que na prática global existem vários modelos de gestão eleitoral utilizados por vários países. Estes modelos incluem o modelo independente, o modelo governamental e o modelo misto, enquanto a Indonésia implementou até agora um modelo de instituição independente.
Além das questões constitucionais, Eric avaliou a melhoria do mecanismo de recrutamento de membros UCP É também importante garantir que os organizadores eleitorais tenham elevada integridade e sejam verdadeiramente independentes.
Com base no relatório do Conselho Honorário Organizador Eleitoral (DKPP) que detém, o número de reclamações relativas a alegadas violações éticas recebidas durante o período de 2024 a 31 de janeiro de 2025 atingiu 881 reclamações. A queixa envolveu vários organizadores eleitorais, incluindo membros do KPU, Bawaslu e do Comité Eleitoral Estrangeiro (PPLN).
Segundo Eric, estes números mostram que o fortalecimento da integridade institucional ainda é uma tarefa importante no sistema de administração eleitoral na Indonésia.
Ele também enfatizou a importância do uso de tecnologia segura, aumentando a precisão das listas de eleitores e continuando a educação dos eleitores.
Eric acrescentou que, em vários países desenvolvidos, os organizadores eleitorais não estão apenas posicionados como instituições administrativas, mas são uma parte importante do ecossistema democrático que garante a qualidade e a integridade das eleições.
Com estas várias considerações, ele acredita que o fortalecimento da instituição KPU continua a ser importante para que a instituição se torne mais forte e capaz de manter a qualidade da democracia indonésia.
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Fonte: Entre




