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A patente da Sony sugere um sistema de jogo que ajusta a dificuldade com base no quão ruim você é


SonyA visão da Microsoft sobre os jogos no futuro pode envolver jogos que reagem à forma como você se sente enquanto joga. Um recém- patente emergente descreve um sistema que emprega IA generativa para dinamicamente ajustar dificuldade com base no estado emocional do jogador. Não dependerá mais de suas métricas de desempenho típicas, como número de mortes ou tempos de conclusão; ele analisará sinais como estresse, frustração ou envolvimento para ajustar o jogo de acordo.

Como esta IA lê a sala?

A patente revela um sistema projetado para tornar a dificuldade mais responsiva e menos rígida. Portanto, se um jogador estiver avançando rapidamente no jogo, o sistema poderá aumentar o desafio. Quando a frustração começa a aumentar, o jogo pode facilitar as coisas silenciosamente para manter a experiência agradável.

Os registros de patentes também sugerem que o sistema poderia contar com entradas biométricas ou sensoriais, que poderiam usar sinais de áudio, visuais ou sinais do controlador para estimar como um jogador está se sentindo em tempo real. A dificuldade dinâmica não é algo novo, mas definitivamente vai além do sistema original para funcionar com base no feedback emocional e não no desempenho.

Como os jogos futuros usarão esse sistema?

Um detalhe interessante é como esses ajustes poderão ser implementados. A resposta óbvia é mudar os níveis de dificuldade. Mas o sistema detalhado nas patentes pode funcionar modificando certas variáveis, como a saúde do inimigo, as taxas de desova ou fatores ambientais, de maneiras difíceis de detectar.

Portanto, a experiência de jogo permanece praticamente a mesma, apenas com mais espaço para os jogadores. Tornar um jogo muito fácil pode entediar os jogadores, e manter o equilíbrio para garantir o envolvimento parece ser a ideia central.

O fato de os jogos serem mais reativos pode ajudar a torná-los mais acessíveis a um público mais amplo. Embora alguns jogadores não concordem com isso, é um ponto justo, dado o quão central o desafio é para a experiência.


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