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Jogadores ilegais de GLP ficarão empobrecidos

Harianjogja.com, KLATEN — Bareskrim Polri emitiu um forte ultimato aos autores do uso indevido de GPL e de combustível subsidiado para que cessassem imediatamente as suas atividades ilegais. As autoridades sublinharam que não hesitariam em tomar medidas firmes até às raízes da rede, incluindo os financiadores por detrás desta prática.

Este ultimato foi transmitido pelo Subchefe de Investigação Criminal da Polícia Nacional, Nunung Syaifuddin, durante uma conferência de imprensa revelando o caso de mistura de 3 quilos de GPL na aldeia de Sekaran, distrito de Wonosari, Klaten, sábado (05/02/2026).

Segundo Nunung, a situação global que está actualmente repleta de tensões geopolíticas tem um impacto directo no sector energético, incluindo a distribuição de combustíveis e GPL. Esta condição tem o potencial de desencadear escassez se não for prevista com supervisão rigorosa.

“Os subsídios à energia devem ser mantidos para que sejam acertados. Abusos como este são muito prejudiciais para o Estado e para a sociedade”, sublinhou.

Ele garantiu que a aplicação da lei não visaria apenas os perpetradores no terreno, mas também toda a rede e o fluxo de fundos. Na verdade, as autoridades aplicarão o artigo do Crime de Branqueamento de Capitais (TPPU) para empobrecer os perpetradores.

“Rastreamos o fluxo de dinheiro, confiscamos os produtos do crime e devolvemo-los ao Estado”, disse ele.

Perdas de modo e estado

Este caso começou com uma rusga a um armazém na área de Wonosari, em 28 de Abril de 2026. Descobriu-se que o autor do crime comprou 3 kg de GPL subsidiado e depois transferiu o conteúdo para garrafas não subsidiadas de 12 kg e 50 kg para serem vendidas a um preço mais elevado.

A polícia nomeou dois suspeitos, nomeadamente KA (40), residente em Wonosari, e ARP (27), residente em Tirtomoyo, Wonogiri. Ambos atuam como “médicos” injetores de gás e operadores de pesagem, além de motoristas de distribuição. Entretanto, três outros perpetradores, incluindo financiadores, continuam a ser perseguidos.

Sabe-se que esta atividade ilegal ocorre desde janeiro de 2026, com perdas estatais estimadas em 6 mil milhões de IDR.

O Diretor de Certos Crimes da Bareskrim Polri, Muhammad Irhamni, enfatizou que a implementação das Leis de Petróleo e Gás e TPPU foi um passo firme para proporcionar um efeito dissuasor.

“O Estado fornece subsídios energéticos de até cerca de 80 biliões de IDR por ano. Este abuso priva claramente as pessoas dos seus direitos”, disse ele.

Envolvimento Público e Compromisso com a Aplicação da Lei

Bareskrim também abre um espaço para a participação pública para denunciar o uso indevido de GLP e combustível subsidiado através da linha direta oficial. Além disso, a Polícia Nacional garante que existe tolerância zero para com os agentes envolvidos nesta prática ilegal.

O apoio também veio do TNI. Danpuspom TNI, Yusri Nuryanto, enfatizou o compromisso da sua instituição em ajudar a aplicação da lei sem discriminação.

O apelo da Pertamina

Entretanto, a PT Pertamina Patra Niaga lembrou ao público que compre GPL apenas através de bases oficiais. A Gerente Geral Executiva Regional de Java Central, Fanda Chrismianto, enfatizou a importância de estar atento a preços excessivamente baixos.

“Não fique tentado por preços baratos, porque isso pode resultar de práticas ilegais”, disse ele.

A Pertamina também continua a otimizar o programa de Subsídio Apropriado com base no Número de Identificação da População (NIK) para garantir que a distribuição seja mais transparente e correta. Sanções rigorosas também são impostas aos agentes ou bases que violam, desde o corte de alocações até o encerramento de relações comerciais.

Este caso é um aviso sério de que a supervisão da distribuição de energia subsidiada deve continuar a ser reforçada. Por outro lado, a colaboração entre funcionários, governo e sociedade é a chave para que os subsídios sejam verdadeiramente usufruídos por aqueles que têm direito a eles.

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Fonte: espos.id

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