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A mais recente rivalidade entre EUA e China combina domínio submarino com uma corrida à riqueza

A visita histórica do presidente dos EUA, Donald Trump, à China ocorre num momento em que a guerra do Irão perturba o fornecimento global de energia, alimenta a incerteza económica e acrescenta nova tensão aos laços Washington-Pequim. Na segunda parte de uma série que examina a forma como a rivalidade, a interdependência e as crises geopolíticas estão a remodelar a relação entre as duas potências, olhamos para a sua disputa decisiva que se desenrola sob a superfície do oceano.

Blockbuster militar do ano passado Operação Hadal foi o primeiro filme de alto orçamento da China centrado na guerra de submarinos nucleares.

Embora as críticas tenham sido mistas, a produção foi uma projecção clara das ambições navais chinesas – reflectindo a elevada rivalidade do mundo real no fundo do mar, local de uma corrida de alto risco pelo domínio militar e pelas riquezas do fundo do mar.

Analistas marítimos e de defesa têm alertado para o facto de a China estar a diminuir a distância em relação à superioridade naval dos EUA – com Pequim a considerar os mares como uma nova fronteira na competição entre grandes potências e a combinar alavancagem estratégica com avanços tecnológicos.

Em Março, um painel consultivo do Congresso dos EUA deu o alarme sobre os avanços navais feitos pelo Exército de Libertação Popular, bem como sobre a crescente intersecção de capacidades de guerra submarina e a busca de minerais críticos.

Michael Brookes, comandante do Escritório de Inteligência Naval dos EUA, disse que a modernização dos submarinos da Marinha do ELP e a pressão por recursos em águas profundas faziam parte de um esforço mais amplo para expandir o poder e a influência da China.

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