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EUA visam gigante petrolífera de Cuba enquanto China e Havana aprofundam laços partidários

A administração Trump impôs na quinta-feira sanções à empresa estatal de petróleo e gás de Cuba, aumentando a pressão sobre o governo comunista de Havana e visando um setor central para o agravamento da crise energética da ilha.

A medida ocorreu horas depois de altos funcionários chineses e cubanos realizarem uma videoconferência para discutir a cooperação bilateral e os laços entre partidos.

De acordo com declarações divulgadas por autoridades chinesas e cubanas, as conversações envolveram Liu Haixingchefe do Departamento Internacional do Comitê Central do Partido Comunista Chinês, e Emilio Lozada Garcia, chefe do Departamento de Relações Internacionais do Partido Comunista de Cuba.
Os dois lados trocaram opiniões sobre a implementação dos acordos alcançados pelos líderes dos países, expandindo os intercâmbios interpartidários e avançando no que descreveram como uma comunidade China-Cuba com um futuro partilhado.
Secretário de Estado dos EUA Marco Rubio anunciou sanções à União Cuba-Petróleo, conhecida como CUPET, sob a Ordem Executiva 14.404, medida assinada pelo presidente dos EUA Donald Trump em maio, autorizando amplas restrições a entidades e funcionários do governo cubano.

Trump promete ‘tomar’ Cuba enquanto ilha sofre corte total de energia ligado ao embargo de petróleo

A designação bloqueia a propriedade e os interesses da CUPET sob a jurisdição dos EUA e aumenta o risco de sanções para empresas e instituições financeiras estrangeiras que se envolvam em certas transações envolvendo a empresa.

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