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Cingapura quer filme Dear You em mandarim, não em teochew. O que se perdeu na tradução?

Quando a cingapuriana Kristen Chng assistiu a um filme independente chinês Querido você com seu pai em Suzhou no mês passado, ele se lembrou da jornada de suor e dificuldades de seu avô depois de deixar sua aldeia ancestral na província de Guangdong com pouco em seu nome.

Não havia um olho seco na sala, disse ele, enquanto os frequentadores do cinema acompanhavam a história de um homem que descobriu o passado de sua família rastreando cartas de remessa enviadas da Tailândia para casa.

“Meu avô mudou-se para Cingapura na adolescência e tinha o hábito de enviar Qiaopi [remittance letters] casa para sustentar a família e o esforço de guerra, apesar de ter tão pouco. Ele fez isso mesmo durante os últimos anos de sua vida”, disse Chng, 32 anos.

“Também pudemos entender o sentimento de vai ser [Teochew for ‘our own people’]. É bem verdade que quando alguém passa pela pobreza, queridos vizinhos e amigos vão ajudar”.

O filme recorde, previsto para chegar aos cinemas de Singapura na quinta-feira, despertou uma expectativa crescente da diáspora chinesa da cidade-estado. Querido você arrecadou mais de 1,6 bilhão de yuans (US$ 236 milhões) na China desde seu lançamento em 30 de abril.

Relatos de que uma versão dublada em mandarim seria exibida em Cingapura, em vez do Teochew original, entretanto, suscitaram preocupações sobre a perda de autenticidade e herança.

Kristen Chng disse que assistir “Dear You” o lembrou da jornada de dificuldades de seu avô depois de deixar sua aldeia ancestral na província de Guangdong. Foto: Apostila

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