Rússia considera importar combustíveis em meio às greves da Ucrânia nas refinarias, diz jornal

A Rússia está a considerar as importações de combustíveis e os subsídios correspondentes para limitar os preços como formas de mitigar as interrupções no fornecimento de gasolina e diesel causadas pelos ataques ucranianos às refinarias de petróleo, informou o diário Vedomosti na terça-feira, citando duas fontes não identificadas.
Numerosas regiões da Rússia, o terceiro maior produtor mundial de petróleo bruto, relataram restrições às vendas de combustíveis, aumento dos preços dos produtos petrolíferos e longas filas em postos de abastecimento devido à escassez de oferta.
Além de fornecer petróleo bruto no exterior, a Rússia normalmente exporta vários produtos petrolíferos.
No entanto, os ataques ucranianos às suas refinarias forçaram-no a proibir as exportações de gasolina e combustível para aviação.
O jornal disse que as importações foram aumentadas como uma opção em uma reunião sobre fornecimento de combustível presidida pelo vice-primeiro-ministro Alexander Novak na segunda-feira.
Duas fontes da indústria disseram à Reuters que os subsídios aos combustíveis importados também foram considerados na reunião, com o objetivo de limitar os preços dos combustíveis, uma questão sensível para o público e um gatilho indesejado para uma inflação mais ampla.



