Chefe de imigração da Indonésia pede repensar acesso mais amplo sem visto

“Não queremos visitantes que não contribuam positivamente. Quando os vistos são dispensados, abrimos mão efetivamente de uma fonte de receitas do Estado. Devemos também proteger a dignidade da nação”, disse o diretor-geral da Imigração, Hendarsam Marantoko, ao jornal Jakarta Globe.
Na quarta-feira, o Ministério do Turismo disse que estava a pressionar para expandir a sua política de visitas sem visto a mais países, segundo a agência de notícias Antara.
A Indonésia concedeu acesso sem visto a 169 países entre 2015 e 2024. No entanto, em 2025, reduziu esse número para apenas 16, à medida que o foco mudou para uma política de imigração mais selectiva e controlos fronteiriços mais fortes.
O ministério pretende ampliar essa lista através do esquema 8+1 para incluir Japão, Coreia do Sul, Índia, Austrália, Nova Zelândia, Bielorrússia, Cazaquistão, Macau e residentes permanentes de Singapura.
Para apoiar a proposta, citou um estudo conjunto do Conselho Mundial de Viagens e Turismo e da Oxford Economics, que concluiu que, quando a Indonésia abriu as suas fronteiras a 169 nacionalidades em 2016, a procura de turistas estrangeiros aumentou 24 por cento, criando cerca de 400.000 empregos.



