Será que a guerra do Irão acabou de provar que os envelhecidos DF-15B da China ainda são grandes armas?

A sugestão surgiu este mês em um artigo publicado pela Ordnance Science and Technology que dizia que mísseis com veículos de reentrada de manobra bicônica (MRVs) poderiam atingir um efeito de penetração próximo ao dos projéteis hipersônicos.
O artigo, escrito sob a assinatura de Ma Lihua, referia-se às alegações iranianas de que os seus mísseis de curto alcance, equipados com MRV bicónicos, penetraram repetidamente nas redes de defesa antimísseis dos EUA em torno de bases nos Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Bahrein.
Não foram fornecidos detalhes sobre o autor, que já contribuiu diversas vezes para a revista. A revista é supervisionada pela Associação Provincial de Ciência e Tecnologia de Shaanxi e é popular entre os entusiastas militares.
Além de oferecer análises de desenvolvimentos militares em outros países e regiões, relata conteúdo científico popular e os mais recentes desenvolvimentos militares e dinâmicas de defesa chinesas.
De acordo com o artigo, os MRV do Irão – que incluem o Thunder-500 e o Fattah-1 – demonstraram desde os primeiros ataques EUA-Israelenses em Fevereiro que podem desafiar os sistemas Patriot e Terminal High Altitude Area Defense (THAAD) fabricados nos EUA.



