Pressionando o déficit de saúde do BPJS, DPR pede controle de doenças graves

Harianjogja.com, JACARTA—Comissão IX DPR RI enfatizou a importância de controlar doenças catastróficas como um passo estratégico para reduzir o déficit financeiro da Saúde do BPJS, que continua a aumentar.
Em uma reunião de teste de adequação e adequação para futuros membros do Conselho de Supervisão (Dewas) do BPJS Health e BPJS Employment, terça-feira (02/03/2026), o membro da Comissão IX DPR RI Achmad Ru’yat explicou que o déficit de saúde do BPJS em 2024 foi registrado em IDR 9,56 trilhões.
Segundo ele, essa condição é causada pelo ônus dos sinistros do plano de saúde, que é muito maior que a receita de contribuição. Esta situação é agravada pelos elevados atrasos dos participantes independentes, pelo grande número de participantes inativos e pelo aumento dos sinistros após a pandemia de Covid-19.
Achmad disse que doenças catastróficas como acidente vascular cerebral, doenças cardíacas, hemofilia e insuficiência renal foram os maiores contribuintes para sinistros de alto risco na Indonésia.
“No terreno ainda existem muitos desafios. Os pacientes são muitas vezes mandados para casa antes de estarem totalmente recuperados e, em última análise, têm de ser reencaminhados, embora os regulamentos exijam que o serviço seja completo”, disse ele.
Questionou também a estratégia dos candidatos do Dewas para superar o défice que foi considerado muito significativo.
Para além dos aspectos financeiros, Achmad também enfatizou a necessidade de melhorar o sistema de gestão de pacientes, especialmente através do fortalecimento da coordenação com os governos locais para reduzir a prevalência de doenças catastróficas.
Respondendo a isto, o candidato ao Conselho de Saúde do BPJS do elemento figura comunitária, Hermawan Saputra, avaliou que o principal problema reside na desigualdade das capacidades fiscais regionais.
Do total de 514 distritos/cidades na Indonésia, diz-se que mais de 60 por cento limitaram o APBD para cobrir o fardo da doença, embora a adesão ao seguro nacional de saúde tenha alcançado a cobertura universal de saúde (UHC) acima de 98 por cento.
“A UHC não significa que a região seja capaz de financiá-la totalmente. A UHC é uma forma de compromisso do Estado com a saúde pública”, disse Hermawan.
Acrescentou que o controlo do défice de saúde do BPJS deve começar pelo mapeamento dos riscos de doenças em cada região. Com dados precisos, os governos locais podem medir a capacidade de financiamento, especialmente para o segmento dos trabalhadores não assalariados (PBPU).
Hermawan também enfatizou a importância de otimizar o Programa de Exames de Saúde Gratuitos (CKG) como um instrumento de controle de custos a longo prazo.
Segundo ele, esse programa deve ser utilizado como base para o planejamento em saúde e não apenas como uma atividade simbólica.
“A CKG precisa ser realizada massivamente e tornar-se a base para as projeções da carga de doenças pelo menos nos próximos cinco anos”, disse ele.
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Fonte: Entre




