A ação do Primeiro de Maio em Jogja é limitada, as multidões não podem ir ao ponto zero

Harianjogja.com, JOGJA — Comemoração do Dia Internacional do Trabalho em DIY na sexta-feira (05/01/2026) foi marcada por dinâmicas no campo. A ação realizada pela Aliança Mei Melawan desde a manhã teria enfrentado a intervenção de vários grupos de organizações sociais (ormas) quando multidões começaram a se aglomerar na área de Malioboro.
O Relações Públicas da AMEL, Rifal Umbu Djawa, disse que desde o início da mobilização no antigo estacionamento da ABA Malioboro, a multidão foi abordada por um grupo de pessoas agindo em nome de uma organização de massas. Pediram aos participantes da ação que não continuassem a longa marcha em direção à área do Ponto Zero Quilômetro, alegando que havia uma agenda cultural naquele local.
Segundo Rifal, esta situação é vista como uma forma de limitar o espaço de expressão nos espaços públicos. Ele também mencionou o potencial de confrontos entre moradores se as massas continuassem a forçar a rota da ação para o centro da cidade.
“As massas, em última análise, optaram por exercer moderação. Não queremos uma escalada maior no terreno”, disse ele.
Rota de ação desviada para DIY DPRD
Depois de coordenar com as autoridades e considerar as condições no terreno, os manifestantes decidiram mudar a sua rota e deslocar-se apenas até ao complexo DIY DPRD. Esta decisão foi tomada como um passo antecipatório para um potencial conflito, especialmente porque a série de ações continuaria no dia seguinte.
Por outro lado, o Presidente Geral do Fórum de Comunicação de Jogja Raya, Kusnanto, enfatizou que o seu partido, juntamente com uma série de comunidades, formaram o Fórum de Paz de Jogja para manter a propensão, especialmente na área de Malioboro, que é um ícone turístico.
“Malioboro deve permanecer seguro e confortável. Não queremos nenhuma ação que termine em anarquia”, disse ele.
Alegações de violência após a ação
Embora as rotas tenham sido restritas, a situação não melhorou completamente. O porta-voz da Jogja Calling Alliance, Bung Koes, revelou que houve alegações de violência contra os participantes da ação depois que a multidão deixou a área do DIY DPRD.
Ele disse que um dos veículos dos participantes foi parado à força por um grupo de pessoas suspeitas de fazerem parte de uma organização de massa. O incidente levou então ao alegado espancamento de um membro da União dos Estudantes da Indonésia.
A vítima teria sofrido pancadas na cabeça e ferimentos na mão esquerda. Além disso, o celular usado para registrar o incidente foi confiscado antes de ser finalmente recuperado.
Exortar a aplicação da lei
A Jogja Calling Alliance condena veementemente a alegada violência e insta as autoridades responsáveis pela aplicação da lei a realizarem imediatamente uma investigação completa.
Também enfatizaram a importância de garantir a segurança da comunidade ao expressar as suas aspirações em espaços públicos como parte dos seus direitos democráticos.
Este incidente levantou mais uma vez o debate sobre o espaço para a liberdade de expressão nos espaços públicos de Jogja, bem como a importância de gerir acções de massa de uma forma segura e propícia, sem causar confrontos entre grupos.
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