As travessias de trem em Jogja são vulneráveis, KAI incentiva a segurança coletiva

Harianjogja.com, SLEMAN — A segurança nas passagens de nível ferroviárias ainda é um grande dever de casa na Indonésia. Embora os regulamentos regulem isto estritamente, a taxa de acidentes no ponto de intersecção entre a auto-estrada e a linha férrea ainda é relativamente elevada, especialmente em cruzamentos sem licença.
As próprias passagens de nível são regulamentadas na Lei Número 23 de 2007 relativa a Ferrovias e na Lei Número 22 de 2009 relativa a Tráfego Rodoviário e Transporte. Este regulamento sublinha que os utentes das estradas devem dar prioridade à passagem dos comboios.
Porém, no terreno, ainda existem muitas travessias ilegais que não estão equipadas com sinalização, portões ou guardas oficiais. Essa condição é considerada o principal fator de alto risco de acidentes.
A diretora da Taman Bhinneka UGM, Aulia Reza, disse que a fraca fiscalização e a falta de conscientização do público foram as principais causas dos acidentes nas travessias.
“Ainda existem muitas travessias sem registro, sem vigilância e sem sinalização. Isso é muito perigoso, especialmente em meio ao uso crescente de trens como meio de transporte”, disse ele em uma atividade de divulgação na área de Kaliurang, Pakem, Sleman, sábado (25/4/2026).
A educação é a chave para a prevenção
Nesta atividade intitulada educação em segurança, a PT Kereta Api Indonesia (Persero) colaborou com a Fundação Cahaya Amarta Jogjakarta para aumentar a compreensão do público sobre a ética e a cultura do trânsito em torno dos trilhos dos trens.
Vários elementos da sociedade, desde os utilizadores dos comboios até aos residentes nas proximidades das vias, estiveram envolvidos nesta divulgação. Eles aprendem a importância da disciplina ao cruzar linhas de trem, incluindo a obrigação de parar e garantir condições de segurança antes de cruzar.
O arranjo de infraestrutura continua
Até ao momento, a PT KAI continua a tomar diversas medidas estratégicas para reduzir o número de acidentes. Desde o fechamento de passagens ilegais, esterilizando faixas, até a construção de infraestruturas como viadutos e passagens subterrâneas em substituição às passagens de nível.
No entanto, estes esforços não são suficientes sem o apoio da comunidade. A segurança nas travessias depende não só das infra-estruturas, mas também do comportamento dos utentes da estrada.
O impacto dos acidentes não é apenas fatalidades
Os acidentes nas passagens de nível não só causam ferimentos ou morte, mas também provocam grandes perdas materiais. Podem ocorrer danos aos trilhos, sistemas de sinalização e instalações rodoviárias que podem interromper as operações ferroviárias.
Os dados mostram que até meados de 2023 existirão cerca de 3.693 passagens de nível na Indonésia, sendo mais de metade delas desprotegidas. Esta condição mostra a urgência de um tratamento mais sério e abrangente.
Necessidade de Consciência Coletiva
Aulia enfatizou que a solução a longo prazo reside na colaboração de todas as partes. O governo, os operadores ferroviários e a comunidade devem compreender a manutenção da segurança mútua.
“A segurança nas travessias ferroviárias não é responsabilidade apenas de uma parte. Isto requer consciência colectiva para que o risco de acidentes possa ser reduzido”, frisou.
Com a crescente modernização dos comboios na Indonésia, o aspecto da segurança nas travessias tornou-se cada vez mais crucial. Sem disciplina e preocupação mútua, o potencial para acidentes ainda estará à espreita.
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