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Poderá o uso militar da IA ​​estar na agenda quando os líderes chineses e norte-americanos se reunirem?

A visita histórica do presidente dos EUA, Donald Trump, à China ocorre num momento em que a guerra EUA-Irão perturba o fornecimento global de energia, alimenta a incerteza económica e acrescenta nova tensão aos laços Washington-Pequim. No último capítulo de uma série que examina como a rivalidade, a interdependência e as crises geopolíticas estão a remodelar a relação entre as duas potências, Amber Wang analisa as perspectivas de progresso conjunto no uso militar da IA.

A China e os Estados Unidos enfrentam apelos para discutir o uso militar seguro de inteligência artificial quando seus dois líderes se reunirem no final desta semana.
A tecnologia tem sido cada vez mais utilizada por militares em todo o mundo – inclusive no Guerra EUA-Israel no Irã.
No entanto, presidentes Donald Trump e Xi Jinping espera-se que se concentrem em questões políticas mais amplas, como o estabelecimento de canais de comunicação sobre os riscos da IA ​​militar para evitar a escalada da crise, segundo analistas chineses.

É também possível que os dois lados possam avançar para discussões mais detalhadas sobre o entendimento alcançado em 2024 de que apenas os humanos, e não os computadores, devem decidir se devem usar armas nucleares.

O conflito no Irão viu os militares dos EUA utilizarem a IA de forma mais extensiva do que em qualquer guerra anterior. Os sistemas implantados incluem Palantir’s Maven Smart System, que foi usado para coletar e analisar dados de diversas fontes e recomendar operações potenciais.

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