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Polícia se comunica entre si, caso de suposta extorsão de Garongan investigado

Harianjogja.com, KULONPROGO— A controvérsia sobre alegadas taxas ilegais (extorsão) que arrastou o Chefe da Aldeia Garongan, Ngadiman, à atenção do público depois de ser amplamente discutida nas redes sociais.

Este caso surgiu de uma postagem em um grupo do Facebook que afirmava que havia taxas para o processamento de cartas de apresentação. No upload, a taxa inicial foi declarada em IDR 500.000, mas no final foram pagos IDR 300.000 com o objetivo de agilizar o processo de administração.

Um residente chamado Al Amin denunciou então a alegada extorsão à Polícia de Kulonprogo. Pouco tempo depois, Ngadiman também apresentou acusações de difamação.

O Chefe de Relações Públicas da Polícia de Kulonprogo, Inspetor Sarjoko, confirmou que ambos os relatórios foram recebidos e estão atualmente em processo de investigação.

“Moradores relataram denúncias de extorsão, enquanto o chefe da aldeia relatou difamação. Cuidamos de tudo”, disse ele, terça-feira (28/04/2026).

Chefe da vila admite receber dinheiro, nega que seja por serviços

Ngadiman admitiu ter recebido 300 mil IDR, mas enfatizou que o dinheiro não estava relacionado com serviços oficiais no subdistrito.

“É verdade que recebi IDR 300 mil, mas não foram por serviços prestados na Câmara Municipal, mas por assuntos pessoais”, disse.

Explicou ainda que o recibo, acompanhado de assinatura e carimbo húmido do chefe do distrito, foi feito a pedido do queixoso como prova de reclamação à empresa onde trabalhava.

“Pediram-me que fornecesse provas para uma reclamação à empresa. Não tem nada a ver com serviços subdistritais”, disse ele.

Ngadiman enfatizou que não existem regulamentos no distrito de Garongan que permitam taxas por serviços administrativos. Ele também negou ter estabelecido uma taxa de IDR 500 mil ou pedido IDR 300 mil.

Segundo ele, o dinheiro foi uma forma de doação voluntária do repórter. “A oferta veio daí. Eu apenas respondi ‘por favor’. O dinheiro não vai para os cofres do governo”, explicou.

Esclarecimento e processo legal em andamento

Ngadiman admitiu que denunciou este caso porque se sentiu ofendido pela narrativa que se desenvolveu nas redes sociais, que parecia retratar todos os serviços subdistritais como sendo gratuitos.

Entretanto, a polícia continua a investigar as duas denúncias para apurar os factos reais, incluindo a investigação de alegações de extorsão e elementos de difamação.

Este caso está no centro das atenções públicas porque diz respeito à transparência dos serviços públicos a nível subdistrital. Espera-se que o processo legal em curso possa proporcionar clareza, mantendo ao mesmo tempo a confiança do público nos serviços governamentais.

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