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Zelador do internato islâmico em Pati torna-se suspeito de caso de imoralidade estudantil

Harianjogja.com, TAMBÉM — O suposto caso de imoralidade no internato islâmico Pati surgiu depois que um zelador com as iniciais S foi oficialmente nomeado suspeito pela polícia. Esta alegação envolve vários estudantes, a maioria dos quais são órfãos.

Os últimos desenvolvimentos mostram que o processo legal entrou na fase de exame do suspeito, depois de os investigadores terem reforçado provas e depoimentos de testemunhas nos últimos tempos.

O Chefe da Polícia de Pati, Comissário da Polícia Jaka Wahyudi, enfatizou que a polícia acompanhou seriamente o relatório.

“A agenda de hoje é examinar o suspeito. Ontem, completar o processo, reexaminar o denunciante, fortalecer as testemunhas. [S] suspeito em 28 de abril”, frisou aos jornalistas, segunda-feira (05/04/2026).

Entretanto, o advogado da vítima, Ali Yusron, revelou que os relatórios sobre este caso surgiram desde o início de 2024, mas só registaram desenvolvimentos significativos nos últimos quatro meses, após a assistência intensiva às vítimas.

Com base nos dados recolhidos, estima-se que o número de vítimas seja superior a oito pessoas e a maioria delas veio da área de Rembang. Diz-se que muitas vítimas não ousaram falar devido à pressão psicológica e a certas doutrinas.

“Com base nas informações que coletamos, houve mais de oito vítimas. A maioria delas veio da área de Rembang. Muitos não ousaram falar porque têm medo de serem criticados por seus kiai”, disse Ali.

Diz-se que o método utilizado pelo perpetrador aproveita as relações de poder como cuidador e também como figura de autoridade no ambiente do internato islâmico. Os estudantes teriam sido doutrinados a se submeterem de forma absoluta, para que não ousassem recusar ou denunciar nada.

Na prática, as vítimas são obrigadas a cometer atos imorais sob o pretexto de fazerem parte de exigências espirituais, que estão associadas à obediência aos cuidadores.

“Nomeadamente a coerção para se envolver em atividade sexual”, explicou ele.

Este caso está no centro das atenções porque o internato islâmico é conhecido por oferecer educação gratuita a órfãos, que é alegadamente apoiada por fundos de doadores e assistência do governo local.

Ali avaliou que a confiança dos pais que confiam aos seus filhos a educação foi, na verdade, mal utilizada pelo perpetrador. Ele também pediu um tratamento sério, considerando que a vítima era uma menor que necessitava de máxima proteção legal.

“Pedimos ao Ministério Público e ao juiz que dêem a exigência máxima, nomeadamente 12 anos de prisão. Isto diz respeito ao futuro das crianças que devemos proteger juntos”, frisou.

Actualmente, o processo legal continua centrado no reforço das provas e na protecção das vítimas, juntamente com os esforços das autoridades para garantir que o alegado caso de imoralidade no internato islâmico Pati seja tratado de forma cabal.

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