Local

O livro branco que defende a China em favor de novas regras para as novas fronteiras do mundo

A China apresentou-se como defensora da criação de regras para novas fronteiras, incluindo a IA e o espaço exterior, apelando a uma ordem mundial “mais justa e equitativa” à medida que a humanidade navega em “águas perigosas”.

Num documento político divulgado na quarta-feira, Pequim disse que continuaria a defender o papel “central” do Nações Unidas na governação global desses sectores emergentes.

O documento, um livro branco denominado “Governança Global Mais Justa e Equitativa: Princípios, Propostas e Acções da China”, afirma que a China não vê necessidade de “reconstruir” ou “substituir” o sistema internacional existente, mas apoia mudanças que sejam “mais compatíveis e alinhadas” com a realidade actual.

Ao revelar o Livro Branco em Pequim, o principal diplomata da China, Wang Yi, alertou que o sistema internacional estabelecido após a Segunda Guerra Mundial tinha sido perturbado por múltiplas crises, deixando a governação global numa “encruzilhada crítica”.

“À medida que o mundo entra num novo período de turbulência e transformação, precisamos de revigorar o multilateralismo, defender as regras e o Estado de direito e melhorar a eficácia da governação mais do que nunca”, afirmou, sublinhando a necessidade de abordar as “deficiências e défices” nos quadros existentes.

Pequim expõe seus pontos de vista sobre a ordem mundial na conferência de imprensa do ministro das Relações Exteriores da China

No livro branco, a China afirma que os desafios “crescentes” no mundo clamam por uma “governação mais eficaz”.

Source

Artigos Relacionados

Botão Voltar ao Topo