Despesas de funcionários atingem 40%, Kulonprogo evita demissões de PPPK

Harianjogja.com, KULONPROGO — O Governo da Regência de Kulonprogo está a começar a desenvolver uma estratégia para ajustar a política de limitação dos gastos dos funcionários a um máximo de 30 por cento do APBD, que entrará em vigor em 2027, sem ter de despedir funcionários com estatuto de PPPK.
Este passo foi dado no contexto atual de gastos dos funcionários da Kulonprogo que ultrapassaram o limite, atingindo mais de 40 por cento do APBD total. Esta condição suscitou preocupação, especialmente entre os grupos PPPK que poderiam ser potencialmente afectados se fossem feitos ajustes drásticos.
O Vice-Regente de Kulonprogo, Ambar Purwoko, enfatizou que o seu partido está empenhado em evitar a opção de demissões no processo de ajustamento.
“Procuramos sempre garantir que não haja demissões para o PPPK em Kulonprogo”, sublinhou Ambar, terça-feira (31/3/2026).
Segundo ele, a agitação entre o PPPK não pode ser evitada, considerando que esta regulamentação tem o potencial de afectar as estruturas regionais de pessoal. No entanto, o governo regional garante que encontrará a melhor solução para que todos os funcionários possam continuar a trabalhar.
Ambar avalia que a existência da PPPK é muito vital no apoio aos serviços públicos, pelo que a continuação do seu trabalho deve ser uma prioridade. Ele enfatizou que o bem-estar do PPPK deveria ser protegido, e não confrontado com a ameaça de perder os seus empregos.
“O PPPK é importante para os serviços comunitários, por isso o que deve ser mantido é o seu bem-estar, nem mesmo ameaçado de despedimento”, disse.
No entanto, o Governo da Regência de Kulonprogo ainda não estabeleceu um esquema concreto para reduzir os rácios de despesas dos funcionários para cumprir os regulamentos. O governo ainda está concentrado no processo de coordenação entre agências e na formulação de políticas apropriadas.
Este ajustamento representa um grande desafio para as regiões, tendo em conta que têm de equilibrar o cumprimento das regulamentações nacionais e a manutenção da estabilidade da mão-de-obra no sector governamental.
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