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Raid de Al Aqsa desencadeia condenação, MHM destaca violações

Harianjogja.com, JACARTA — O Conselho Muçulmano de Hukama (MHM) condena veementemente o ataque à Mesquita de Al Aqsa pelo Ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben-Gvir, que afirmou ter sido realizado com o apoio das forças de ocupação.

Sob a liderança de Ahmed Al-Tayeb, o MHM considera esta acção uma grave violação do direito internacional, bem como uma provocação contra os muçulmanos em todo o mundo.

Considerada uma violação do status quo

O Secretário Geral do MHM, Mohamed Abdelsalam, enfatizou que o seu partido rejeita todas as formas de esforços para mudar o estatuto religioso, histórico e jurídico da área de Al Aqsa.

“Esta é uma violação flagrante do direito internacional e uma provocação contra os sentimentos dos muçulmanos”, disse ele em comunicado oficial, quarta-feira (04/08/2026).

MHM alertou que esta acção tinha o potencial de desencadear tensões e perturbar a estabilidade regional.

Abdelsalam sublinhou que toda a área da Mesquita Al Aqsa, que abrange cerca de 144 dunams, é um local de culto exclusivo para os muçulmanos.

MHM insta a comunidade internacional a tomar imediatamente medidas firmes para impedir as repetidas violações dos locais sagrados em Jerusalém.

Além disso, a organização também pediu garantias de proteção à liberdade de culto e a reabertura do acesso à Mesquita de Al Aqsa para os fiéis.

Pressionar por uma solução palestina

Além disso, o MHM apela a uma resolução justa e abrangente do conflito palestiniano, incluindo o reconhecimento do direito do povo palestiniano de estabelecer um Estado independente com Jerusalém como capital.

Este apelo sublinha mais uma vez a importância de medidas concretas por parte da comunidade internacional para pôr fim ao conflito que se arrasta há décadas.

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Fonte: Entre

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