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Rejeitando cidadãos indonésios, Pluim revela o impacto da naturalização nas carreiras dos jogadores

Harianjogja.com, JOGJA—A decisão do ex-meio-campista do PSM Makassar, Wiljan Pluim, de se recusar a se tornar cidadão indonésio (WNI) foi finalmente revelada. Ele optou por proteger a sua futura carreira na Europa em vez de correr os riscos legais da naturalização.

Wiljan Pluim admitiu ter recebido pressão do clube e da federação para passar pelo processo de naturalização. No entanto, ele ainda recusou porque teve em conta as regras de cidadania indonésia que não permitem a dupla cidadania.

“Quero regressar à Holanda depois do fim da minha carreira. Por isso, optei por não me tornar cidadão indonésio”, disse Pluim, citado pela ESPN NL, sexta-feira (04/10/2026).

Esta decisão não é sem razão. Pluim acredita que a mudança do estatuto de cidadania pode ter um impacto direto nas carreiras dos jogadores na Europa, especialmente no que diz respeito às autorizações de trabalho e ao estatuto dos jogadores estrangeiros.

Destacou também a prática dos “passaportes duplos” que muitas vezes são recomendados aos jogadores estrangeiros. Segundo ele, esta medida é juridicamente arriscada e não está de acordo com os princípios que defende.

“Isso não me parece certo”, disse o jogador que certa vez levou o PSM Makassar ao campeonato da Liga 1 de 2022-2023.

As preocupações de Pluim foram comprovadas depois que vários jogadores da diáspora indonésia enfrentaram obstáculos em clubes europeus. Nomes como Dean James, Nathan Tjoe-A-On, Justin Hubner e Tim Geypens sofreram restrições nas atividades em seus respectivos clubes.

Isto aconteceu porque o seu estatuto mudou para não pertencente à União Europeia depois de se tornarem cidadãos indonésios. Como resultado, são obrigados a cumprir condições rigorosas, tais como autorizações de trabalho especiais e elevados padrões de salário mínimo que os clubes consideram difícil cumprir.

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A situação começou a melhorar depois que as autoridades holandesas do futebol fizeram concessões. Em 8 de abril de 2026, o promotor independente da KNVB decidiu não sancionar Dean James e seu clube.

Vários outros jogadores também começam a obter autorização de residência temporária, para poderem regressar aos treinos. No entanto, a confirmação do status de Justin Hubner ainda é aguardada.

Este caso recorda que a naturalização não é apenas uma mudança de estatuto administrativo, mas sim uma decisão importante que tem um impacto direto nas carreiras profissionais dos jogadores, especialmente daqueles que ainda estão ativos na Europa.

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