O caso de Andrie Yunus permanece no tribunal militar

Harianjogja.com, JACARTA — O Ministro Coordenador do Direito, Direitos Humanos, Imigração e Correções, Yusril Ihza Mahendra, enfatizou que o caso envolvendo Andrie Yunus ainda está sob a autoridade do judiciário militar. Isto porque até agora nenhum suspeito civil foi encontrado.
No seu depoimento no Complexo do Palácio Presidencial em Jacarta, sexta-feira (4/10/2026), Yusril explicou que, de acordo com a Lei da Justiça Militar, os membros activos do TNI que sejam arguidos serão julgados num tribunal militar.
Não cumprindo os elementos de conectividade
Segundo Yusril, o esquema de justiça por conectividade só poderá ser implementado se houver o envolvimento de suspeitos de elementos militares e civis simultaneamente.
“Portanto, agora existem disposições do KUHAP relativas à conectividade, que foram discutidas ontem se houvesse suspeitos militares e suspeitos civis. Mas até hoje nenhum suspeito civil foi encontrado, por isso caberá inteiramente ao judiciário militar”, disse ele.
Em relação à proposta do vice-presidente Gibran Rakabuming Raka sobre o envolvimento de juízes ad hoc para aumentar a confiança do público, Yusril disse que o governo abriu um espaço de discussão com o Supremo Tribunal.
“De facto, existem juízes ad hoc mencionados em diversas leis e regulamentos, mas também poderá haver novas propostas para juízes ad hoc tratarem de um caso”, disse ele.
Acrescentou que actualmente a existência de juízes ad hoc está regulamentada em vários regulamentos, como no Tribunal dos Direitos Humanos e no Tribunal dos Crimes de Corrupção.
Ainda precisa de mais discussão
No entanto, a oportunidade de estabelecer um mecanismo semelhante para certos casos permanece aberta através de novas discussões entre o governo e o poder judicial.
“Espero que haja uma saída para acomodar as sugestões e propostas apresentadas pelo vice-presidente”, acrescentou Yusril.
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Fonte: Entre




