Novo plano de assentamento de Israel na Cisjordânia desencadeia condenação da Malásia

Harianjogja.com, KUALA LUMPUR—A decisão de Israel de aprovar a construção de dezenas de novos colonatos nos territórios palestinianos suscitou fortes críticas por parte da Malásia, que considerou a medida um agravamento da situação nos territórios ocupados.
O governo da Malásia, através do Ministério dos Negócios Estrangeiros (Wisma Putra), destacou planos para construir 34 colonatos ilegais na Cisjordânia como parte de um padrão de expansão que é considerado sistemático.
Na sua declaração, a Malásia classificou as ações de Israel como uma grave violação do direito internacional, incluindo a Quarta Convenção de Genebra e a Resolução número 2334 do Conselho de Segurança da ONU de 2016.
Este passo também é visto como uma tentativa de tomar terras palestinianas e alterar pela força a composição demográfica da região, bem como ameaçar os direitos básicos e a soberania do povo palestiniano.
A Malásia também instou a comunidade internacional, incluindo o Conselho de Segurança das Nações Unidas, a tomar medidas firmes e a responsabilizar Israel por esta política.
Além disso, a Malásia sublinhou a importância de medidas concretas para garantir que Israel cumpre o direito internacional e cessa imediatamente a sua ocupação ilegal dos territórios palestinianos.
Na mesma declaração, a Malásia reiterou o seu compromisso de apoiar a luta do povo palestiniano, incluindo a promoção do estabelecimento de um Estado palestiniano independente e soberano.
A solução que está a ser promovida mantém as fronteiras anteriores a 1967 com Jerusalém Oriental como capital, como parte dos esforços contínuos de resolução de conflitos.
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Fonte: Entre




