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Fatos sobre o caso da pequena Aresha, 53 crianças foram vítimas da creche Jogja

Harianjogja.com, JOGJA — O alegado caso de violência contra crianças na creche Little Aresha, na cidade de Jogja, desencadeou uma avaliação em grande escala do sistema de supervisão das instituições de acolhimento de crianças em DIY. O governo regional considera este incidente um aviso sério de que as normas de protecção das crianças não serão mais ignoradas.

A Chefe do DP3AP2 DIY, Erlina Hidayati Sumardi, enfatizou que a proteção da criança é uma responsabilidade compartilhada, tanto do governo quanto da sociedade. Assegurou que o Governo Regional do DIY monitorizaria integralmente o processo legal em curso.

“Toda forma de violência contra crianças é uma violação grave. O tratamento deve ser firme, transparente e justo”, disse Erlina, sábado (25/04/2026).

Avaliação rigorosa de creches em Jogja

Após o surgimento deste caso, o Governo Regional do DIY procedeu de imediato a uma avaliação do sistema de licenciamento e fiscalização das creches. Esta medida é tomada para garantir que todas as instituições de acolhimento de crianças cumpram os padrões de segurança e adequação.

Erlina disse que no futuro a supervisão não será apenas administrativa, mas também abordará aspectos da qualidade dos cuidados e do bem-estar infantil.

Além disso, a educação do público também é reforçada, especialmente para que os pais sejam mais seletivos na escolha de locais de acolhimento de crianças legais e verificados.

Assistência às vítimas é uma prioridade

Por outro lado, o tratamento das vítimas é o foco principal. A assistência é realizada de forma integrada por várias partes, incluindo DP3AP2KB Yogyakarta City, KPAI Yogyakarta City e FPKK DIY.

Os serviços prestados incluem assistência psicológica, recuperação de traumas e assistência jurídica às famílias das vítimas. O governo pretende que a recuperação seja realizada de forma sustentável para que a condição da criança possa regressar à estabilidade.

Fatos de campo: Dezenas de crianças se tornam vítimas

A divulgação do caso pela Polícia de Jogja mostra fatos preocupantes. Do total de 103 crianças que estiveram sob cuidados, 53 crianças foram indicadas como tendo sofrido violência física ou verbal.

A chefe da polícia de Jogja, Eva Guna Pandia, explicou que este caso foi revelado a partir de relatos de ex-trabalhadores que testemunharam em primeira mão práticas parentais inadequadas.

“O repórter sentiu que não suportaria ver a condição das crianças sendo tratadas de forma desumana, então decidiu denunciar”, disse ele.

O chefe da Unidade de Investigação Criminal, Rizky Adrian, acrescentou que a maioria das vítimas eram muito jovens, desde bebés a crianças pequenas.

Alegações de abuso e negligência grave

Os resultados da investigação revelaram que as condições da creche estavam longe do padrão. A sala apertada estava lotada com dezenas de crianças, e até mesmo alegações de negligência e violência foram encontradas.

Foi relatado que várias crianças sofreram lesões físicas, como escoriações, marcas de beliscões e feridas em certas partes do corpo. Além disso, muitas crianças apresentam problemas de saúde, incluindo infecções pulmonares.

“Isto não é apenas uma questão de negligência, mas levou a ações que colocam as crianças em perigo”, disse Rizky.

Não autorizado, operações interrompidas

O chefe da DP3AP2KB Jogja City, Retnaningtyas, confirmou que a creche não tinha licença oficial.

Atualmente as operações foram interrompidas e o local foi isolado pela polícia. As autoridades continuam a realizar investigações intensivas às partes envolvidas.

O Governo Regional do DIY convida também a comunidade a ser mais ativa na monitorização do ambiente envolvente. Pede-se aos residentes que não hesitem em denunciar se encontrarem indícios de violência contra crianças.

Espera-se que este caso seja um impulso para fortalecer o sistema de protecção infantil em Jogja, começando pela supervisão das instituições de acolhimento até à sensibilização colectiva da comunidade.

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