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Prabowo pede uma reforma jurídica abrangente

Harianjogja.com, JOGJA— A grande agenda para a revisão das instituições responsáveis ​​pela aplicação da lei na Indonésia está agora a entrar numa fase nova e mais ampla. O Presidente Prabowo Subianto deu instruções firmes para que o espírito da reforma não se limitasse apenas à instituição da Polícia Nacional, mas também se destinasse a todas as agências de aplicação da lei, até ao topo do poder judicial.

Este passo estratégico foi transmitido pelo Presidente da Comissão Nacional de Aceleração da Reforma da Polícia, Jimly Asshiddiqie, após submeter o relatório final e recomendações ao Presidente no Palácio Merdeka, Jacarta, terça-feira (05/05/2026). De acordo com Jimly, uma avaliação abrangente tornou-se uma necessidade absoluta depois de as instituições jurídicas nacionais estarem em funcionamento há mais de 25 anos, desde o início da era das reformas.

“O Presidente deu instruções de que o que precisamos de reformar não é apenas a polícia. Além disso, temos vindo a reformar há 25 a 27 anos, estas instituições de aplicação da lei também precisam de avaliação, e o sistema judiciário também precisa de reforma”, disse Jimly, citado por Antara.

Foi sublinhado que as melhorias instruídas pelo Chefe de Estado não se limitaram apenas às questões sociais ou aos aumentos salariais. A reforma desejada é uma mudança integrada e que toca a raiz dos problemas de cada agência, tendo a instituição Polícia Nacional como ponto de partida para o movimento antes de ser expandido para outras instituições.

Nesta reunião crucial, Jimly também destacou uma série de pontos de recomendação importantes, incluindo a limitação das posições do pessoal da Polri fora da sua instituição-mãe. Além disso, o mecanismo de nomeação do Chefe da Polícia Nacional, que até agora teve de ser aprovado pelo DPR, é também um ponto que tem recebido atenção para ser revisto em prol da independência.

A Comissão também forneceu notas estratégicas sobre o reforço da Comissão Nacional da Polícia (Kompolnas) e não recomendou firmemente a formação de um Ministério da Segurança para supervisionar a Polícia Nacional. Como passo concreto, a equipa propôs uma revisão da Lei da Polícia Nacional que seria seguida por regulamentos derivados sob a forma de Regulamentos Governamentais e Instruções Presidenciais.

“Estamos propondo uma revisão da lei que será seguida de um PP, Decreto Presidencial e Instrução Presidencial que dará instruções diretas ao Chefe da Polícia Nacional e a todos os níveis para implementar as recomendações que foram acordadas”, acrescentou Jimly, explicando o fluxo de acompanhamento da política.

A apresentação deste relatório também foi testemunhada por figuras jurídicas e de segurança nacional que são membros da Comissão Nacional de Aceleração da Reforma da Polícia, incluindo Ahmad Dofiri, Yusril Ihza Mahendra, Otto Hasibuan, Supratman Andi Agtas e Mahfud MD. A presença de figuras de todas as origens reforça a legitimidade das recomendações feitas ao Presidente.

O Presidente Prabowo acolheu com satisfação o contributo ao receber simbolicamente um documento intitulado “Ponte Aspiracional para a Reforma Policial”, bem como o livro “Acompanhamento das Recomendações”. Isto demonstra o sério compromisso do governo em melhorar a imagem e o desempenho dos agentes responsáveis ​​pela aplicação da lei aos olhos da comunidade em geral.

Espera-se que o impacto desta reforma abrangente seja a criação de um sistema jurídico mais transparente, responsável e livre de abusos de autoridade. Para os leitores comuns, este passo é uma nova esperança para a presença de uma protecção jurídica mais justa e de uma instituição policial que proteja verdadeiramente todos os níveis da sociedade.

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