Por que o novo acesso isento de impostos da China é uma tábua de salvação para os exportadores sul-africanos

O acesso isento de impostos para os parceiros africanos a partir de 1 de Maio, que viu a taxa tarifária de 10 por cento para as maçãs ser removida, chegou como uma tábua de salvação para os exportadores sul-africanos que procuram diversificar, afastando-se dos canais comerciais americanos cada vez mais restritivos.
Os dados mais recentes do Banco de Reserva da África do Sul (SARB) mostram que os Estados Unidos perderam a sua posição como segundo mercado de exportação para a Alemanha, enquanto a China, líder de longa data, manteve a sua posição de topo.
Enquanto a participação dos EUA nas exportações sul-africanas caiu para 7,1%, o mínimo da década, a da Alemanha subiu para 8% e a da China manteve-se estável em 10,7%, mostraram os dados.
Mas a África do Sul enfrenta um dilema: embora o mercado chinês ofereça enormes oportunidades para as exportações agrícolas, é pouco provável que seja uma alternativa viável para os veículos e bens industriais sul-africanos.




