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Por que o novo acesso isento de impostos da China é uma tábua de salvação para os exportadores sul-africanos

A história foi feita neste Dia do Trabalho, quando o porto da Baía de Shenzhen, no sul da China, desembaraçou 24 toneladas de maçãs sul-africanas e a província central de Hunan processou 6.000 garrafas de vinho sul-africano – a primeira vez que estes produtos chegaram ao gigante económico asiático sob um novo acordo de tarifa zero.

O acesso isento de impostos para os parceiros africanos a partir de 1 de Maio, que viu a taxa tarifária de 10 por cento para as maçãs ser removida, chegou como uma tábua de salvação para os exportadores sul-africanos que procuram diversificar, afastando-se dos canais comerciais americanos cada vez mais restritivos.

Os dados mais recentes do Banco de Reserva da África do Sul (SARB) mostram que os Estados Unidos perderam a sua posição como segundo mercado de exportação para a Alemanha, enquanto a China, líder de longa data, manteve a sua posição de topo.

Enquanto a participação dos EUA nas exportações sul-africanas caiu para 7,1%, o mínimo da década, a da Alemanha subiu para 8% e a da China manteve-se estável em 10,7%, mostraram os dados.

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Mas a África do Sul enfrenta um dilema: embora o mercado chinês ofereça enormes oportunidades para as exportações agrícolas, é pouco provável que seja uma alternativa viável para os veículos e bens industriais sul-africanos.

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