A dor de cabeça dos subsídios aos combustíveis na Malásia deixa Anwar ‘lutando por uma solução’

A questão agravou-se à medida que o choque energético no Médio Oriente pressiona as finanças públicas, forçando as autoridades a pesar a disciplina fiscal contra o risco de irritar os eleitores da classe média num país dependente dos automóveis.
Anwar disse que o governo concordou, em princípio, em rever os subsídios aos combustíveis para os malaios com rendimentos mais elevados, embora ainda não tenha decidido se o limite deve ser aplicado aos 20 por cento, 15 por cento, 10 por cento ou 5 por cento dos mais ricos.
“Ainda não decidimos se [it will be applied to] os grupos de rendimento T20, T15, T10 ou T5, pois não queremos que isso aconteça [affect] a classe média alta”, disse Anwar aos repórteres após um evento no domingo.
A Malásia introduziu o subsídio de combustível específico BUDI95 em Setembro do ano passado, permitindo aos cidadãos elegíveis comprar até 300 litros de gasolina RON95 por mês a 1,99 ringgit (50 cêntimos dos EUA) por litro, um dos preços mais baixos na bomba na Ásia.




