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Azam Baki deixa o cargo de chefe do MACC, deixando o primeiro-ministro da Malásia, Anwar, para enfrentar as consequências

Em sua última manhã como responsável MalásiaO cão de guarda anticorrupção do governo, Azam Baki, fez o que sempre fez – falou duro e foi embora em seus próprios termos.

Mas o homem que passou os últimos seis anos suando o país deixou para trás uma pergunta que nunca respondeu satisfatoriamente: o que fazer quando o chefe anticorrupção se torna a história?

Analistas dizem que saída de Azam coloca primeiro-ministro Anwar Ibrahimque o apoiou durante todo o tempo, numa posição difícil antes das próximas eleições gerais, previstas para 2028.

Não parece bom por causa do momento

Syaza Shukri, professor de ciências políticas

Azam deixou o cargo de chefe da Comissão Anticorrupção da Malásia (MACC) na terça-feira, no seu 63º aniversário, passando o cargo ao ex-juiz do Tribunal Superior Abdul Halim Aman.

Sua despedida foi caracteristicamente combativa. Em uma entrevista em podcast transmitida na segunda-feira pela agência, ele não pediu desculpas por seu estilo de liderança e não fez concessões aos seus críticos.

“Se quisermos permanecer seguros, não devemos fazer nada”, disse Azam, apresentando-se como um líder que pressionou a agência a ser “ousada e radical”.

“Se não fizermos nada, as pessoas perguntarão o que estamos a fazer com o dinheiro dos contribuintes”, acrescentou.

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