EUA farão triagem para Ebola em aeroportos, um americano infectado na República Democrática do Congo

Os Estados Unidos afirmaram na segunda-feira que estão a reforçar as precauções para evitar a propagação do Ébola, incluindo o rastreio de viajantes aéreos provenientes de áreas atingidas pelo surto e a suspensão temporária dos serviços de vistos.
As medidas partilhadas pelos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA surgem no momento em que a Organização Mundial de Saúde declarou o surto mortal de Ébola na República Democrática do Congo uma emergência de saúde internacional.
Num briefing, Satish Pillai, gestor de incidentes de resposta ao Ébola da agência de saúde, disse aos jornalistas que um americano na República Democrática do Congo contraiu o vírus após exposição relacionada “ao seu trabalho” naquele país.
“A pessoa desenvolveu sintomas no fim de semana e testou positivo na noite de domingo”, disse Pillai, acrescentando que estão em curso esforços para levar o indivíduo à Alemanha para tratamento.
O funcionário acrescentou que os Estados Unidos estavam tentando evacuar mais seis pessoas para monitoramento de saúde.
Pillai disse que há cerca de 25 pessoas a trabalhar no escritório local dos EUA na República Democrática do Congo e que o CDC estava a satisfazer um pedido para enviar um coordenador técnico sénior adicional.



