Opinião | Apesar das promessas da cimeira, não espere que o comércio EUA-China melhore

O seu registo desde a cimeira do ano passado em Busan, na Coreia do Sul, é igualmente revelador: falar o que falar, mas não fazer o mesmo. O padrão de Washington tem sido claro: sutilezas diplomáticas combinadas com pressão implacável. O script é familiar – prometa estabilidade ao apertar os parafusos.
A Comissão de Comércio Internacional dos EUA lançou uma investigação sobre a revogação do estatuto de Relações Comerciais Normais Permanentes da China. Uma regra do Tesouro dos EUA restringe o investimento americano em inteligência artificial, computação quântica e semicondutores. A Lei de Autorização de Defesa Nacional de 2026 proíbe modelos chineses de IA dos sistemas de defesa dos EUA.
Em essência, não houve uma verdadeira trégua comercial, apenas uma trégua tarifária.



