Poderá a escavação grega da equipa chinesa revelar uma verdade incalculável na história mundial antiga?

Grande parte deste debate baseia-se em informações de segunda mão e não em evidências primárias, porque os arqueólogos na China estão há muito confinados a trabalhar dentro das suas fronteiras.
Mas isso mudou nos últimos anos. Apoiados por um forte apoio governamental, começaram a viajar para o estrangeiro e a colaborar com especialistas locais para escavar sítios antigos na Ásia Central, na América do Sul e no Egipto.
O último estudo realizado na Grécia marca a primeira vez que a China participa em escavações no local, no coração de uma antiga civilização ocidental, o que representa um marco significativo.
De acordo com um artigo publicado na semana passada na Chinese Social Sciences Net, um portal da Academia Chinesa de Ciências Sociais: “Durante muito tempo, a investigação académica chinesa sobre a antiga civilização grega baseou-se fortemente em textos existentes, colecções de museus e materiais arqueológicos compilados e publicados por estudiosos ocidentais”.



