Exclusivo | A arte do acordo: como Pequim pressionou Trump a ‘travar’ a tendência das vendas de armas em Taiwan

Quando o presidente dos EUA, Donald Trump, regressou de Pequim no início deste mês, saudou a sua visita como um avanço histórico, alardeando “acordos comerciais fantásticos” que selou e gabando-se dos seus laços estreitos com o líder chinês Xi Jinping.
Mas, marginalmente, Pequim procurou extrair um preço pressionando Washington a fazer concessões a Taiwan.
Fontes disseram que as autoridades chinesas aumentaram a exigência já no início deste ano – antes da visita de Trump ter sido adiada para Maio por causa da guerra com o Irão – ao mesmo tempo que insistiram que Washington adiasse qualquer aprovação de armas para Taiwan antes e depois da viagem.
As fontes, que falaram sob condição de anonimato porque não estavam autorizadas a comentar publicamente, disseram que Pequim mirou especialmente no tamanho dos pacotes de armas da era Trump, sinalizando uma preferência pelas aprovações menores e mais direcionadas feitas durante a presidência de Joe Biden.
Uma fonte disse que Pequim estava interessada em “travar a linha de tendência” nos pacotes recordes de armas do segundo mandato de Trump.



