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Malásia desiste de investigação sobre o ex-chefe anticorrupção Azam Baki e diz que ‘nenhuma ação adicional’

MalásiaOs promotores encerraram uma intimidação criminal sonda envolvendo o ex-chefe anticorrupção Azam Baki, dizendo que uma queixa do empresário Albert Tei não “atingiu o limite legal” para novas ações.
A decisão surge no contexto do primeiro-ministro Anwar Ibrahimo governo do país enfrenta pressão sobre a independência do Ministério Público. Anwar fez campanha com base numa plataforma reformista e anticorrupção que desde então tem sido testada por casos abandonados de grande visibilidade e por reformas institucionais atrasadas.

Num comunicado divulgado na quarta-feira, a Procuradoria-Geral da República (AGC) disse ter analisado um documento de investigação apresentado pela polícia sobre a queixa de Tei contra Azam ao abrigo da Secção 506 do Código Penal, que abrange a intimidação criminal.

“Após uma análise abrangente do documento de investigação, constatou-se que os elementos de intimidação criminal ao abrigo do artigo 506 do Código Penal não puderam ser provados”, afirmou a AGC.

“Portanto, foi decidido que o documento de investigação será classificado como NFA”, acrescentou, referindo-se a “nenhuma ação adicional”.

O empresário Albert Tei, baseado em Sabah, enfrenta acusações de corrupção. Foto: Facebook/Albert Tei

Tei, cujo nome completo é Tei Jiann Cheing, alegou que foi ameaçado depois de fazer alegações ligadas a um escândalo de mineração de Sabah que atraiu ex-deputados estaduais e Shamsul Iskandar Mohd Akin, ex-secretário político sênior de Anwar.

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