Malásia desiste de investigação sobre o ex-chefe anticorrupção Azam Baki e diz que ‘nenhuma ação adicional’

Num comunicado divulgado na quarta-feira, a Procuradoria-Geral da República (AGC) disse ter analisado um documento de investigação apresentado pela polícia sobre a queixa de Tei contra Azam ao abrigo da Secção 506 do Código Penal, que abrange a intimidação criminal.
“Após uma análise abrangente do documento de investigação, constatou-se que os elementos de intimidação criminal ao abrigo do artigo 506 do Código Penal não puderam ser provados”, afirmou a AGC.
“Portanto, foi decidido que o documento de investigação será classificado como NFA”, acrescentou, referindo-se a “nenhuma ação adicional”.
Tei, cujo nome completo é Tei Jiann Cheing, alegou que foi ameaçado depois de fazer alegações ligadas a um escândalo de mineração de Sabah que atraiu ex-deputados estaduais e Shamsul Iskandar Mohd Akin, ex-secretário político sênior de Anwar.



