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Por que um pequeno rio na fronteira da Rússia põe à prova os laços da China com Kim Jong-un

O Rio Tumen ressurgiu como uma das grandes questões para observadores atentos das relações entre a China e a Coreia do Norte, mas depois de os líderes dos dois países se terem reunido esta semana, não houve menção a isso nas declarações oficiais após a cimeira.

O rio é uma fronteira natural entre a China, a Coreia do Norte e a Rússia, e uma estreita faixa que corre entre a Coreia do Norte e a Rússia bloqueia o acesso chinês a águas abertas.

Há muito que Pequim tenta convencer os seus dois vizinhos a abrir a hidrovia ao tráfego chinês e, apenas no mês passado, surgiram pequenos sinais positivos de Moscovo.

Mas o silêncio nas declarações após a cimeira desta semana aponta para a contínua cautela nas capitais norte-coreana e russa relativamente à influência de Pequim na região, dizem os analistas.

Desde que cedeu o território que inclui Primorsky Krai ao império russo em 1860, Pequim tem tentado obter acesso direto ao Mar do Japão através do rio Tumen, que é chamado de Duman ou Rio Tuman nas Coreias.

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